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Transformações ocorridas nas dinâmicas e nos significados do trabalho contribuíram para a compreensão que a saúde mental seja vista como parte da saúde de forma ampla e que considere os diversos determinantes da vida humana, sobretudo o trabalho. Tais transformações são de âmbito social, econômico, cultural e organizacional e criam fatores de risco psicossociais no trabalho. Os fatores psicossociais no trabalho interligam questões do trabalho (ambiente, satisfação, condições) com a capacidade do trabalhador (OIT, 1984) e podem constituir-se em preditores tanto de adoecimento quanto de saúde.
(TOLFO, Suzana da Rosa (org.). Gestão de pessoas e saúde mental do trabalhador: fundamentos e intervenções com base na psicologia. São Paulo: Vetor, 2020, p. 70).
Considerando as discussões sobre a saúde mental e o trabalho, assim como as aplicações propostas de controle a partir da NR-1, o que se pode afirmar?
A descrição dos cargos dentro das organizações não será fonte de análise, já que ela apenas relata as funções a serem desempenhadas.
A presença de psicólogos nos ambientes organizacionais se mostra como uma exigência legal neste momento em que se demandam terapias.
As pesquisas de clima organizacional poderão compor uma boa fonte de dados para monitoramento dos fatores estressores do trabalhador.
Os ambientes organizacionais deverão ser remodelados, adotando praças de alimentação, dias de folga no aniversário e jornadas 4x1.