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Um Conselho Regional recebeu uma dotação orçamentária extraordinária destinada à melhoria do atendimento ao cidadão. O setor de gestão de pessoas propôs a contratação temporária de atendentes para ampliar a capacidade de atendimento. O setor de administração de materiais sinalizou a possibilidade de aquisição de um sistema eletrônico de gerenciamento de filas, com baixo valor de manutenção e sem necessidade de ampliação do quadro de pessoal. Já o setor financeiro alertou que não havia previsão de novas transferências dessa natureza, o que poderia comprometer a continuidade da medida. Assim, após avaliar as alternativas, o gestor decidiu investir na implantação de um sistema eletrônico de gerenciamento de filas, sem ampliar o quadro de pessoal.
Com base nessa situação hipotética e na decisão adotada por esse Conselho, é correto afirmar que a gestão organizacional deverá
integrar as decisões das áreas financeira, de pessoas e de materiais, compatibilizando investimentos e despesas com a sustentabilidade orçamentária do órgão.
priorizar a ampliação do quadro de pessoal sempre que houver recursos disponíveis, pois quanto maior a quantidade de colaboradores, melhor será a qualidade do serviço.
concentrar as decisões de modernização na administração de materiais, considerando os seus impactos financeiros em detrimento dos impactos da gestão de pessoas.
atribuir à área financeira a decisão exclusiva sobre investimentos e gestão do atendimento ao público, tornando a decisão puramente orçamentária.
destinar recursos extraordinários preferencialmente à capacitação dos colaboradores, por ser a única aplicação compatível com receitas não recorrentes.