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Uma empresa de médio porte está implementando um projeto de transformação digital com múltiplas equipes interdependentes, prazos críticos e alto grau de incerteza nos requisitos. O gerente de projetos precisa garantir visibilidade das dependências entre tarefas, controle de baseline e flexibilidade para replanejamento. Considerando as características das ferramentas de gestão de projetos, qual abordagem metodológica e instrumental é a mais adequada para esse contexto?
Fonte: PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK). 7. ed. Newtown Square: PMI, 2021.
Adotar exclusivamente o Quadro Kanban, pois sua natureza visual e limitação de WIP (Work in Progress) é suficiente para coordenar equipes interdependentes e monitorar o caminho crítico do projeto.
Utilizar apenas o Gráfico de Gantt clássico, visto que sua representação temporal linear é a ferramenta mais completa para projetos complexos, dispensando qualquer integração com metodologias ágeis.
Implementar uma abordagem híbrida combinando o Método do Caminho Crítico (CPM) para mapear dependências e baseline, com frameworks ágeis escalados, ferramentas integradas de gerenciamento para sincronização e replanejamento iterativo.
Aplicar a Estrutura Analítica do Projeto (EAP/WBS) como única ferramenta de controle, pois a decomposição hierárquica do escopo, por si só, garante o monitoramento das interdependências e a gestão dos prazos em ambientes de alta incerteza.
Priorizar o uso da Análise de Valor Agregado (EVA) como ferramenta central de planejamento e execução, substituindo ferramentas de cronograma, pois seus índices (CPI e SPI) são suficientes para gerenciar projetos com alto grau de interdependência e incerteza.