Uma diretora executiva de uma multinacional brasileira trabalha
mais de 12 horas diárias. Constantemente, visita as
subsidiárias em diversos países para acompanhar o desenvolvimento
das estratégias. A alta direção está desenvolvendo
um plano de reestruturação da sua diretoria para
que ela possa viajar menos, trabalhar um número inferior
de horas e se dedicar mais a seus projetos pessoais e familiares.
A executiva não aceitou a proposta, sugerindo que outras
pessoas não conseguiriam realizar suas funções executivas
adequadamente. Adicionalmente, afirmou que não
poderia abrir mão de sua posição para, em troca, se dedicar
aos seus projetos pessoais e familiares.
Conclui-se que sua motivação está na satisfação de necessidades