No contexto da Administração de Recursos Humanos, o desenho de cargos (job design) envolve a especificação do conteúdo de
cada cargo, dos métodos de trabalho e das relações com os demais cargos. Um dos modelos de desenho de cargos apontado
pela literatura é o modelo contingencial, que
A
apresenta ênfase na eficiência e no conservadorismo dos cargos, tendo como objetivo a redução de custos e a
padronização de atividades.
B
surgiu com a Escola de Relações Humanas, na década de 1930, como reação ao mecanicismo da Administração
tradicional.
C
é dinâmico e considera, simultaneamente, como variáveis, as pessoas, as tarefas e a estrutura da organização.
D
somente é adotado quando as abordagens tradicionais não são adequadas para as especificidades da organização ou das
demandas de mercados.
E
preconiza a criação de uma estrutura de cargos intercambiáveis, apropriado para momentos de crise ou dificuldades
circunstanciais.