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A Administração Pública em nosso país passou a buscar uma gestão mais eficaz e moralmente comprometida com o bem comum, ou seja, uma gestão ajustada aos princípios constitucionais insculpidos no artigo 37 da Carta Magna. Para isso a Administração Pública vem implementando políticas públicas com enfoque em uma gestão mais austera, com revisão de métodos e estruturas burocráticas de governabilidade. Aliado a isso, temos presenciado uma nova gestão preocupada com a preparação dos agentes públicos para uma prestação de serviços eficientes que atendam ao interesse público. Nesse sentido, Cristina Seijo Suárez e Noel Añez Tellería, em artigo publicado pela Revista Brasileira de Gestão Urbana (URBE), descrevem os princípios da ética pública, que, conforme afirmam, devem ser positivos e capazes de atrair ao serviço público:
agentes públicos com postura governamental para tomada de decisões políticas.
pessoas jurídicas capazes de ações globais.
agentes públicos, jurídicos e políticos com lealdade constitucional.
pessoas capazes de desempenhar uma gestão voltada ao coletivo.
gestão de pessoal com foco na formação contínua do funcionário público.