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“Os ‘homens de mil’ de Oliveira Viana, na verdade estavam bem longe do sentido moderno da burocracia, segundo a caracterização weberiana.” (ABRUCIO, PEDROTTI, PÓ, 2010). Esta afirmação diz respeito à análise da trajetória da administração pública brasileira, dando ênfase à discussão sobre a meritocracia no setor público. Nesse sentido, é correto afirmar que
os “homens de mil” eram coronéis que faziam a gestão em pequenos municípios, e detinham controle sobre uma jurisdição de mil habitantes.
quem ocupava os cargos públicos durante a época do Império e nas primeiras décadas da República eram homens sem formação acadêmica, indicados unicamente por critérios políticos.
a lógica meritocrática foi totalmente ausente na gestão pública brasileira no período anterior a 1930, tendo sido implementada a partir da reforma do DASP.
quem ocupava os cargos públicos durante o Império eram homens sem formação acadêmica, indicados unicamente por critérios políticos, situação que mudou com a Proclamação da República em 1889.
os ocupantes de cargos públicos de alto escalão durante o Império eram pessoas com excelente formação acadêmica, geralmente em universidades do exterior.