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O Brasil procurou desenvolver, desde 2000, uma política de Governo Eletrônico. No início, essa política voltava-se à noção de governo aberto e à garantia de transparência de informações de governo em portais eletrônicos. Ao longo do caminho, com a revolução digital, o escopo ampliou-se para a noção de Governo Digital por meio da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital (E-Digital). Esse movimento acompanhou o movimento internacional de ampliação do conceito.
Assim, atualmente, a noção de Governo Eletrônico se expande, abandonando a obrigatoriedade de apenas
desenhar políticas públicas de Estado, enquanto soluções digitais, visando eficiência, efetividade e participação cidadã.
disponibilizar dados nos sítios da internet em atendimento à legislação vigente, sendo o Estado um consumidor de tecnologia.
introduzir tecnologias que estruturem um ecossistema de processos e serviços, transformando a economia.
recriar modelos rápidos e convenientes para os serviços públicos, aproximando o Estado do cidadão.
promover infraestrutura para transformação digital da economia, estando o Estado na condição de protagonista.