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Ao longo do tempo, as políticas de gestão pública têm sofrido mudanças substanciais. As reformas administrativas consolidam novas práticas derivadas do setor privado, usadas como benchmarks para organizações públicas, em todas as esferas de governo. Essa evolução da administração pública passou por três modelos diferentes: a administração patrimonialista, a administração burocrática e a administração gerencial. Considerando-se os três modelos de administração pública mencionados, pode-se afirmar que:
O modelo gerencial considera os controles a posteriori, isto é, a realização de controles sobre os resultados do gestor, com vistas à eficiência.
O modelo patrimonialista tem por fundamento princípios de legalidade, impessoalidade e moralidade.
No modelo patrimonialista, o soberano é o Estado, cujas ações se pautam na busca do aumento da eficiência.
O modelo burocrático tem por fundamento a impessoalidade, o profissionalismo e a busca da eficiência.
O modelo gerencial considera os controles a priori, isto é, há a realização de controles prévios sobre o trabalho do gestor, com vistas à eficiência.