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As alternativas a seguir representam uma característica da gestão pública empreendedora no Brasil, à exceção de uma. Assinale‐a.
Oposição às práticas burocráticas
Gestão por resultados
Promoção da transparência e do controle social
Foco no cliente cidadão
Centralização com menor autonomia
A gestão empreendedora no setor público pressupõe a autonomia de decisão e a responsabilização.
A gestão pública empreendedora
I. mitiga o foco em uma gestão voltada para os processos, privilegiando a obtenção de resultados.
II. despreza a constituição de parcerias, fortalecendo a ação isolada do Estado.
III. busca uma mudança da qualidade gerencial, trazendo destaque à transparência e ao controle social.
IV. visa uma maior rapidez na circulação de informações, bem como uma maior qualidade destas, fomentando o diálogo público sobre a atuação do Estado.
Está correto o que se afirma em
I e II, apenas.
II, III e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Considerando-se os princípios da chamada gestão empreendedora, a eficácia da gestão pública depende de um
sistema de informações que possibilite o entendimento entre governo e sociedade, bem como a avaliação de resultados, trazendo transparência à tomada de decisões, ainda que incorra em custos iniciais de implantação.
sistema de gestão que otimize os esforços do governo, ainda que em detrimento da participação dos diversos atores sociais em seus diferentes níveis, grupos e segmentos.
modelo de acompanhamento dos processos, com indicadores exclusivamente quantitativos, que privilegiem a manutenção da estruturação da burocracia.
sistema de controles exclusivamente internos que assegure a eficácia de todas as ações dos gestores, mesmo que com algum prejuízo à legitimidade de suas ações.
modelo que privilegie a canalização das demandas públicas e a participação da sociedade civil organizada, ainda que desprezando o aproveitamento do potencial dos gestores públicos.
Empreender, para o governo, significa mobilizar competências individuais e organizacionais para provocar inovações e mudanças tecnológicas nos sistemas informatizados nos modelos de gestão exceto nas políticas públicas.
Quanto ao empreendedorismo governamental, assinale a afirmativa correta.
Caracteriza‐se em servir ao cidadão dependendo das questões burocráticas e legais.
Não pretende controlar a economia, mas estimular a ação e a parceria da sociedade.
Volta‐se para o controle e a consecução de metas otimizadas sem perder a capacidade de decisão.
Não se limita a decidir e a dirigir as ações do estado, mas executa também todas suas ações.
Avalia continuamente suas ações mesmo sem a participação da sociedade a fim de atender aos cidadãos como clientes.
Seguem duas afirmações ligadas pelo conectivo explicativo “porque”:
A “gestão pública empreendedora” é caracterizada como sendo uma gestão voltada para resultados
PORQUE
no Brasil, a persistente dificuldade do Estado em assegurar os direitos civis e sociais básicos, muito provavelmente, contribui para a forte desigualdade social e a exclusão que ainda marcam nossa sociedade.
As duas afirmações são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira.
A primeira afirmação é verdadeira e a segunda é falsa.
A primeira afirmação é falsa e a segunda é verdadeira.
As duas afirmações são falsas.
O Estado vem abandonando o papel de executor ou prestador direto de serviços, mantendo-se, entretanto, no papel de regulador, provedor ou promotor. A atuação do Estado nesse papel consiste em subsidiá-los, controla-los e regulamentá-los, o que significa uma alteração de atuação, marcando a fase do empreendedorismo governamental.
A esse respeito, assinale a alternativa que enumera três características do empreendedorismo governamental.
Parcerias com o setor privado, flexibilização das regras que regem o modelo patriarcal, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão-cliente.
Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais – ONGs, rigidez das regras que regem a burocracia pública, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão-fornecedor.
Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais - ONGs, flexibilização das regras que regem a burocracia pública, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão-cliente.
Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais - ONGs, rigidez das regras que regem a burocracia tradicional, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão-fornecedor.
Parcerias com o setor privado e com as organizações não governamentais - ONGs, rigidez das regras que regem a burocracia patriarcal, ênfase e orientação da ação do Estado para o cidadão-cliente.
“A redução de novas inscrições de dívida ativa como consequência do estímulo à arrecadação dos impostos correntes, bem como a redução do chamado estoque da dívida, atuando efetivamente em sua cobrança tanto de forma amigável quanto ajuizada, são ações fazendárias que possibilitam maior capacidade orçamentária para o atendimento das inúmeras demandas apontadas pelos cidadãos clientes.”
O mecanismo gerencial de um governo empreendedor está mais relacionado ao seguinte procedimento:
avaliar a ação fazendária por indicador de desempenho.
priorizar a geração de recursos e não apenas o combate ao desperdício.
orientar‐se por objetivos e não por regras e regulamentos.
atuar na prevenção dos problemas mais do que em sua solução.
conceder ao cliente cidadão maior participação por meio do controle social.
A gestão pública empreendedora implica a busca por resultados, visando atender às necessidades dos cidadãos e não aos interesses da burocracia mediante o estímulo da sua parceria com sociedade.
As chamadas organizações públicas enfrentam limites para a atuação empreendedora e pontos de resistência à ação inovadora que, na maioria das vezes, impõe-se de fora para dentro e por pessoas estranhas ao ambiente organizacional. Nesse sentido, o empreendedorismo, como meio de atuação do gestor público, depara-se com fatores que devem ser combatidos para alcançar patamares mais altos de qualidade na prestação de serviços públicos.
Os fatores que devem ser combatidos são:hierarquia excessiva, paternalismo, burocracia e inflexibilidade.
crescimento da área pública, terceirização em áreas meio, patrimonialismo e baixa adesão ao e-gov.
hierarquia excessiva, patamares elevados de gratificação por resultados, patrimonialismo e inflexibilidade.
crescimento da área pública, descontinuidade, burocracia e flexibilidade.
hierarquia excessiva, crescimento da área pública, patrimonialismo e baixa adesão ao e-gov.