As cúpulas mais altas das associações políticas são
ou “monarcas” (governantes carismáticos por herança)
ou “presidentes” eleitos pelo povo (portanto, senhores
carismáticos plebiscitários) ou eleitos por uma
corporação parlamentar, onde, em seguida, os seus
membros ou, melhor, os líderes, mais carismáticos ou
mais notáveis dos seus partidos predominantes, são
os senhores efetivos.