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Para a antropologia interpretativa de Geertz (1989), o que o etnográfico produz são textos ficcionais pelo fato de serem “interpretações de segunda ou terceira mão, sendo apenas a interpretação “nativa” a de primeira mão”, visto que é a sua cultura. Assim, é correto afirmar que as descrições feitas pelo etnógrafo devem ser:
densas, nas quais seja possível distinguir os diferentes significados das ações sociais dos “nativos”
descomprometidas, visto que não é possível captar a interpretação “nativa”
superficiais, visto que não é possível captar a interpretação “nativa”
generalizáveis, visto que independem do contexto