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Segundo dados do portal do governo de Roraima (2002-disponível em http://www.rr.gov.br/roraima.php?area=dados, acessado em 20.08.2019), 46,37% do território do Estado são áreas indígenas e a população indígena é de aproximadamente 46.106 sujeitos divididos em 8 povos indígenas. Nesse contexto, o conhecimento antropológico no âmbito do trabalho social com famílias indígenas torna-se fundamental, visto que permite:
compreender que, mesmo diante da diferença, o trabalho social com indígenas deve ser de cunho universalista, construindo uma política de assistência social assimilacionista
entender o respeito à diferença como expressão do princípio de equidade e evidenciá-lo no atendimento aos indivíduos de acordo com suas necessidades específicas, respeitando a diversidade e construindo uma política de assistência social culturalmente adequada
entender diversidade como expressão da desigualdade e buscar minimizá-la no atendimento aos indivíduos construindo uma política de assistência social universal
compreender que o princípio da equidade somente pode ser alcançado quando sujeitos culturalmente diversos são atendidos de maneira igualitária, construindo uma política de assistência social universal