

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O processo de tomada de decisão sobre assuntos relacionados ao acesso a conhecimento tradicional associado de origem identificável não está condicionado à obtenção do consentimento prévio informado.
Certo
Errado

Xingu Ensemble. Disponível em: https://cleliodepaula.com/portfolios/xingu-ensemble/
Xingu Ensemble é uma obra imersiva do artista Clelio de Paula. O espectador transita entre representações digitais de pessoas e cenários do povo Kuikuro, do Alto Xingu, em uma experiência produzida a partir da técnica da captura volumétrica e da criação de um ambiente computacional.
Trata-se de um exemplo da preservação da memória com o uso de
técnica holográfica.
realidade aumentada.
reconhecimento facial.
realidade virtual.
restauração digital.
É assegurado aos povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores tradicionais o direito de usar ou vender livremente produtos que contenham patrimônio genético ou conhecimento tradicional associado.
Certo
Errado
O trecho a seguir discorre sobre os desafios que os movimentos indígenas enfrentam na luta pelo reconhecimento institucional dos conhecimentos tradicionais.
A influência das ideias dominantes opera em dois sentidos aparentemente contraditórios. De um lado, os movimentos indígenas formulam reivindicações nos termos de uma linguagem de direitos dominante, passível de ser reconhecida e, portanto, de ser bem-sucedida. De outro, esses conceitos supõem, ao falar em “conhecimento tradicional” no singular, que um único regime possa representar uma miríade de diferentes regimes históricas e sociais de conhecimento tradicional.
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. “Cultura” e cultura. Conhecimentos tradicionais e direitos intelectuais. Lisboa: Oca Editorial, 2020. (Adaptado.)
Assinale a opção que descreve corretamente a situação descrita.
O conhecimento tradicional indígena faz parte de um corpo unificado de saberes e práticas que o Estado falha em reconhecer como válido.
Os conhecimentos tradicionais precisam ser examinados e transpostos para o método científico dominante para alcançar o reconhecimento.
A interferência dos conceitos e práticas dominantes sobre os conhecimentos indígenas os afastaram de suas matrizes tradicionais.
Os conhecimentos tradicionais são de tal forma variados e diversos que é inviável o seu reconhecimento pelas instituições dominantes.
O reconhecimento oficial dos conhecimentos tradicionais depende de sua tradução em um vocabulário conceitual e jurídico que, muitas vezes, é inadequado.
Às populações indígenas, às comunidades tradicionais e aos agricultores tradicionais que criam, desenvolvem e detêm ou conservam conhecimento tradicional associado não são garantidos os direitos de percepção de benefícios pela exploração econômica, por terceiros, direta ou indiretamente.
Certo
Errado
[O] cenário muda radicalmente com a constatação de que os Tupi-Guarani eram capazes de produzir muito além dos níveis vitais. No que se refere a desenvolvimento, isso obriga a pensar nos nativos como produtores de excedentes, como produtores de riqueza – a tomá-los como base para a história [da riqueza no Brasil].
CALDEIRA, Jorge. História da riqueza no Brasil. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2017.
O texto refere-se à mudança de entendimento sobre aspectos econômicos dos povos indígenas brasileiros, o qual carregava valor paradigmático.
O trecho acima desafia o entendimento de que
os indígenas viviam em uma economia voltada para a própria subsistência por incapacidade produtiva.
a dinâmica social indígena era nômade, com migrações constantes em busca de novos recursos naturais.
os povos nativos não possuíam técnicas agrícolas avançadas que desembocam em sociedades estratificadas.
a relação entre indígenas e colonizadores foi marcada por trocas simbólicas mais do que por intercâmbio econômico.
os Tupi-Guarani entendiam a terra como território coletivo, sem noção de propriedade individual.
Leia o trecho a seguir.
O antropólogo Darcy Ribeiro, em seu grande (mas hoje controverso) livro Os Índios e a Civilização, [concluiu que], em termos estatísticos, não haveria mais indígenas no país na virada do século XX para o XXI. (...) [N]a virada do século, Eduardo Viveiros de Castro apontou que não se havia considerado à época que a integração era na verdade um vetor de duas direções: significava não apenas o que parecia inevitável, o deixar de serem índios, mas também o que se veria, o voltar a ser índios, quando isso se tornou possível com novos aliados, nova mobilização e novos direitos.
COHN, Clarice; COHN, Sergio. Indígenas em movimento. Breve história do Movimento Indígena no Brasil. Rio de Janeiro: Oca, Translado, 2025.
O trecho acima discorre sobre os destinos das populações indígenas brasileiras ao longo do último século.
O trecho aponta para o fato de que
a inclusão das populações indígenas na sociedade nacional decorreu da assimilação de identidades culturais renovadas.
a sobrevivência das culturas indígenas ocorreu graças ao tardio reconhecimento oficial de sua relevância histórica.
o desaparecimento das culturas indígenas originais foi acelerado pela conquista de direitos civis contemporâneos.
a persistência dos povos indígenas resultou da resistência radical à negociação com grupos não indígenas.
a interação entre indígenas e sociedade nacional teve resultados tanto assimilacionistas quanto reivindicatórios.
Povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores tradicionais têm direito de conservar, manejar, guardar, produzir, trocar, desenvolver e melhorar material reprodutivo que contenha patrimônio genético ou conhecimento tradicional associado.
Certo
Errado
Sobre patrimonialização de bens culturais indígenas, é correto afirmar que:
todos os artefatos indígenas passam por processos de patrimonialização no Brasil.
as expressões indígenas não são passíveis de patrimonialização no Brasil, já que representam uma parcela independente do repertório sociocultural do país.
os processos de patrimonialização de expressões e materialidades indígenas são conduzidos pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas.
os processos de patrimonialização de expressões e materialidades indígenas são conduzidos pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
os processos de patrimonialização de expressões e materialidades indígenas são conduzidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Sobre os povos indígenas do sul do Brasil, assinale a alternativa correta.
O sul do país possui grande diversidade sociocultural, sendo seu contingente demográfico contemporâneo marcado pela presença de indígenas Guarani, Laklãnõ/Xokleng, Kaingang, além de descendentes de africanos, alemães, poloneses, italianos e açorianos.
O sul do país teve sua população indígena totalmente dizimada com os chamados “bugreiros” no século XIX, sendo atualmente sua população composta de descendentes de alemães, poloneses, italianos e açorianos.
Pataxó, Guajajara e Krenak são os povos indígenas mais populosos no sul do Brasil.
Os povos indígenas do sul do Brasil eram majoritariamente caçadores-coletores nômades e não possuem território persistente na região, o que favoreceu o assentamento de colonos imigrantes.
A ocupação indígena do sul do país tem sua origem na dispersão dos povos Arawak, desde a região amazônica até o Brasil meridional.
Sobre os povos indígenas, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) O início da ocupação indígena do sul do Brasil data do século XV.
( ) O impacto da conquista europeia extinguiu a diversidade cultural dos povos indígenas no sul do Brasil.
( ) Os Laklaño/Xokleng, Guarani e Kaingang são povos que compõem a população indígena do sul do país.
( ) Todas as terras indígenas Laklaño/Xokleng, Guarani e Kaingang se distribuem no sul do Brasil.
F – F – V – V
V – V – F – F
V – V – V – F
F – F – F – V
F – F – V – F
Sobre as guardas compartilhadas de bens culturais indígenas, analise os documentos abaixo e indique em quais elas estão fundamentadas.
I. Constituição de 1988.
II. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008.
III. Declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos Povos Indígenas (UNESCO 2017).
IV. Policy on Engaging with Indigenous Peoples (UNESCO 2018).
V. Política Nacional de Museus (PNM) (2007).
VI. Política de Patrimônio Cultural Material (PPCM) (Iphan 2018).
Somente os documentos I, III, IV, V e VI estão corretos.
Somente os documentos I, IV e V estão corretos.
Somente os documentos II, III e V estão corretos.
Todos os documentos estão corretos.
Nenhum dos documentos está correto.
Leia o texto a seguir.
A flecha da memória
A leitura da trajetória do Ypiranga dos Guaranys nos traz ao momento em que vivemos hoje. Os Guarani costumam usar a metáfora do arco e flecha da memória para retomar o controle de seu destino: “Agora, no tempo presente, é preciso recuar a corda do arco ao passado, para de lá impulsionar a flecha ao futuro”. Num certo sentido, a biografia do primeiro índio universitário no Brasil é uma flecha para o futuro, que abre o debate sobre a participação indígena na construção da nação brasileira. O que Joênia Wapixana e Eloy Amado Terena diriam hoje ao José dos Guaranys?
Num evento na UFF, há alguns anos, Taily Terena perguntou a Davi Yanomami o que ele diria aos universitários indígenas que vieram estudar nas cidades.
– Eu perguntaria: a tua comunidade te autorizou a fazer o curso? É um projeto individual ou coletivo?
– respondeu Davi, que avaliou a escola dos Napé (os brancos) como muito boa, capaz de ajudar os indígenas a apreender o mundo do branco, como aconteceu com Joênia Wapixana e Eloy Terena. Mas Davi acrescentou o mesmo tipo de exigência da CAPES e do CNPq aos seus bolsistas que vão estudar no exterior: – A comunidade espera que quem se formou advogado, médico, dentista, professor, volte para ajudar. Mas têm alguns que não voltam. A minhoca come a alma dessas pessoas que se vendem. É assim que funciona o mundo dos brancos. Tem que ter cuidado com aquelas pessoas que querem usar a escola para enganar a gente.
A minhoca comeu a alma do índio José Guaranys? Trecho extraído do jornal TAQUIPRATI por José Ribamar Bessa Freire. 26 de Março de 2023.
A respeito das políticas afirmativas e inclusivas em cultura, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) As políticas afirmativas e inclusivas em cultura visam promover uma reparação histórica e cultural a sujeitos, coletivos, grupos sociais e povos que sofreram e ainda sofrem violências decorrentes do racismo, da discriminação e das desigualdades sociais.
( ) Os povos indígenas e as populações negra e quilombola compõem uma parcela importante dos sujeitos e coletivos incluídos nas políticas afirmativas no Brasil e vêm atuando ativamente na luta contra a desigualdade e a discriminação cultural, racial e econômica.
( ) As ações afirmativas e inclusivas são baseadas exclusivamente nas concessões de cotas para negros e quilombolas para promover maior igualdade de oportunidades no mercado de trabalho.
( ) Os museus de arqueologia e etnologia brasileiros não atuam diretamente com políticas de ações afirmativas, já que não estão inseridos no sistema de cotas destinados aos departamentos de ensino.
V – F – V – F
F – V – F – V
F – F – V – V
V – V – F – F
V – F – F – V
Historicamente, os Guarani formavam um conjunto de povos com a mesma origem, falavam uma mesma língua, planejavam seus desenvolvimentos em um modo de ser que mantinha viva a memória de antigas tradições e se projetavam para o futuro, praticando uma agricultura muito produtiva, a qual gerava amplos excedentes que motivavam grandes festas, rituais e a coletividade no usufruto dos produtos, conforme determinava a economia de reciprocidade. Em 1500, quando os europeus chegaram nesta terra, ficaram maravilhados com a divina abundância que aqui encontraram.
O povo Guarani continua vendo o mundo como uma região, as matas, animais, rios, e seguem o sol. Seu território é onde vivem, seu modo de ser, sua cultura milenar é seu território tradicional, historicamente ocupado pelos seus ancestrais, que se estende por parte da Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil. Mas o povo Guarani ocupa hoje apenas pequenas ilhas, pois os europeus que aqui chegaram se apossaram de praticamente todo o território que encontraram. O território, o solo que pisamos, é um tekoá, o lugar físico, o espaço geográfico varia conforme por onde nos movemos, sendo que permanece essa cultura de mobilidade.
ANTUNES, E. Nhandereko nhanhembo’e nhembo’ ea py. Sistema nacional de educação: um paradoxo do currículo diferenciado das escolas indígenas guarani da Grande Florianópolis. TCC: Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, UFSC, 2015.
Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Todas as terras indígenas Guarani já foram demarcadas e homologadas no sul do país.
II. O povo Guarani perdeu sua cultura, por isso não tem suas terras demarcadas no sul do país.
III. O bem-viver Guarani está assegurado, pois as terras indígenas no sul já foram garantidas por lei.
IV. O povo Guarani tem uma noção de território sem fronteiras, sendo o movimento no território parte essencial de sua vida e de seu bem-viver.
Somente as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Somente as afirmativas I e III estão corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Somente a afirmativa IV está correta.
Somente a afirmativa II está correta.
A prática de adquirir por transação financeira objetos etnográficos de grupos indígenas atuais para compor coleções etnográficas de museus é regulamentada no Brasil pelo(a):
I. Iphan.
II. Funai.
III. Iphan e Funai.
IV. Não é regulamentada.
V. Envolve negociação específica com os grupos envolvidos.
Somente o item IV está correto.
Somente os itens I, II e IV estão corretos.
Somente os itens I, III e V estão corretos.
Somente os itens III, IV e V estão corretos.
Somente os itens IV e V estão corretos.
Leia o texto a seguir e, em seguida, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
O Brasil não possui legislação específica sobre o patrimônio cultural indígena, reconhecendo, no entanto, a necessidade de valorização e proteção de suas expressões e manifestações culturais.
I. Tal afirmação está correta, pois apesar de haver cartas patrimoniais e políticas patrimoniais específicas, não há uma legislação específica que as regulamente.
II. Tal afirmação está incorreta, pois a constituição de 1988 já é minuciosa acerca do patrimônio cultural indígena, servindo de principal documento na gestão desse patrimônio.
III. Ambas estão incorretas, pois o patrimônio cultural indígena é protegido por lei.
Nenhuma afirmativa está correta.
Somente as afirmativas I e II estão corretas.
Somente a afirmativa III está correta.
Somente a afirmativa II está correta.
Somente a afirmativa I está correta.
Sobre manifestações culturais indígenas, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. As manifestações culturais dos povos indígenas não constituem parte da identidade do país.
II. As danças, modos de fazer, rituais e práticas artísticas indígenas são práticas culturais que não representam o patrimônio cultural brasileiro.
III. As manifestações culturais dos povos indígenas compõem parte da formação da sociedade brasileira e são reconhecidas como patrimônio cultural brasileiro.
IV. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) não considera expressões indígenas como bens representativos do patrimônio cultural brasileiro.
Somente as afirmativas I, III e IV estão corretas.
Somente a afirmativa III está correta.
Somente as afirmativas II e III estão corretas.
Somente as afirmativas III e IV estão corretas.
Somente a afirmativa IV está correta.
Leia o texto a seguir.
Nos debates atuais, ganharam relevo os temas relacionados com a corporalidade, o estatuto ontológico de imagens e artefatos, os poderes agentivos dos objetos materiais e dos sistemas gráficos, assim como o lugar dos artefatos nas abordagens perspectivistas. [...] Visando circunscrever o assunto e apontar alguns temas relevantes, enfatiza-se que, na vida indígena, a arte configura uma expressão de conhecimento que é material, técnica e prática e se exerce em diversos campos da criação e utilização das obras produzidas.
LAGROU, E.; VAN VELTHEM, L. H.As artes indígenas: olhares cruzados. BIB, São Paulo, n. 87, 3/2018, p. 133-156. DOI: 10.17666/bib8706/2018
A respeito da arte indígena, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) A arte entre os povos indígenas é dissociada dos artefatos.
( ) Entre os povos indígenas, o belo não está dissociado de seu sentido prático.
( ) Arte é um conceito indígena.
( ) Artefatos indígenas são definidos exclusivamente pela sua funcionalidade.
F – F – V – F
F – V – F – V
F – V – F – F
V – F – V – F
V – V – F – V
Sobre os povos indígenas do sul do Brasil, assinale a alternativa correta.
Os povos indígenas do sul do país têm uma história que recua pelo menos dois mil anos, sendo encontradas ocupações ainda mais antigas em algumas regiões.
Todos os povos indígenas do sul do Brasil têm uma origem linguística comum e falam línguas mutuamente compreensíveis.
Os povos Kaingang e Laklãnõ/Xokleng apresentam, hoje, o mesmo repertório material por terem uma origem linguística comum.
O povo Krenak tinha seu território no sul do país e passou por um processo de migração em direção a Minas Gerais, onde habitam há mais de mil anos.
O sul do país possui mais de dez povos indígenas distintos, representando a maior diversidade cultural indígena do país.
O sistema alimentar das populações indígenas do rio Uaupés, envolve o uso de recursos naturais muito diversos para suprir a demanda nutricional.
A proteína é obtida por meio da caça e pesca, as vitaminas das frutas, os carboidratos principalmente da mandioca-brava.
Com relação à obtenção de carboidratos, o desenvolvimento da tecnologia de transformação da mandioca-brava, uma planta tóxica rica em ácido cianídrico, em farinha, garantiu a segurança alimentar indígena e a energia para as atividades diárias. Dentre as tecnologias desenvolvidas para o processamento da mandioca brava, destaca-se o tipiti, um instrumento feito de fibras vegetais trançadas.
GONÇALVES, Gabriela Granghelli. Etnobotânica de plantas alimentícias em comunidades indígenas multiétnicas do Baixo Rio Uaupés – Amazonas. Tese. Unesp: Botucatu, 2017. (Adaptado).
Tendo em vista as afirmações sobre adequabilidade das matériasprimas para uso em produtos e processos pelos indígenas do rio Uapés, assinale a afirmativa correta.
O traquejo na ampla gama de técnicas empregadas na obtenção de recursos da natureza passou a fazer parte das aldeias a partir da educação escolar.
O domínio de técnicas e de tecnologias utilizadas na manipulação e na domesticação de plantas faz parte dos saberes ancestrais dos indígenas.
Os recursos naturais usados para suprir a demanda nutricional dos indígenas dispensam processamentos técnicos e tecnológicos.
O controle da composição dos alimentos permite aos indígenas o lançamento no mercado financeiro de comida processada.
Os componentes químicos dos alimentos indicam a limitação nutricional da alimentação cotidiana dos povos indígenas do rio Uapés.