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A gestão compartilhada e processos sociais participativos, pautados pela participação de membros dos seus variados segmentos, tende a inverter o processo caracterizado e desenvolvido de forma tradicional, onde deixa de ocorrer sob o movimento vertical passando a adotar e a valorizar a participação sob a ótica horizontal, possibilitando a participação dos seus membros, promovendo a condução do processos de forma inovadora, onde cada integrante deixa de ser um ser passivo assumindo a condição de membro ativo, participativo e transformador, seja no campo de tomada de decisões, ou dentro das práticas que permeiam todo o processo de ação.
(DALMAS, Ângelo, 2008.)
A gestão compartilhada e processos sociais participativos no âmbito escolar, ou no âmbito empresarial, ou cultural traz como consequência:
Negativa, uma gestão coletivizada, onde não há como responsabilizar indivíduos por suas ações, ou seja, ninguém assume a gerência do processo.
Negativa, a inexistência de uma felicidade individual, ou mesmo de uma realização mais introspectiva, já que o individualismo se perde por completo.
Negativa, não se tratar mais do cidadão como autônomo e participativo, uma vez que o fato de delegar seus poderes, sem de fato exercê-los, o que o exclui do processo.
Positiva, uma tomada de poder do cotidiano particular para a sociedade e sobre as coisas, em uma forma de influir definitivamente sobre o destino da coletividade.
Positiva, a participação de um maior número de integrantes onde a responsabilidade não é somente de uma pessoa, e há maior possibilidade de uma eficácia coletiva.