Desde a criação do Ministério da Agricultura,
Indústria e Comércio (MAIC), em 1906, previase
na sua estrutura a instituição de um “serviço
para catequese e civilização dos índios”. No
início do século XX, em meio à polêmica pública
sobre a capacidade (ou não) de evolução dos
povos indígenas, o Marechal Cândido Mariano da
Silva Rondon propôs que se criasse uma agência
indigenista do Estado, tendo por agentes delegados
especiais. A ação indigenista dessa agência teria as
seguintes finalidades, exceto:
A
garantir os direitos originários dos índios às
terras que tradicionalmente habitam.
B
estabelecer a convivência pacífica com os
índios e agir para garantir a sobrevivência física
dos povos indígenas.
C
fazer os índios adotarem gradualmente hábitos
“civilizados”, influindo de forma “amistosa”
sobre a vida indígena.
D
fixar o índio à terra e contribuir para o
povoamento do interior do Brasil.
E
acessar ou produzir bens econômicos nas terras
dos índios e usar a força de trabalho indígena
para aumentar a produtividade agrícola.