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No ano de 1996, Gibb assinalava que duas fortes tendências teóricas dominavam o campo da arqueologia histórica.
Essas tendências eram
a mentalista e a materialista, sendo a primeira representada pelo estruturalismo de James Deetz; e a segunda, desdobrada em três vertentes: neo-marxismo, teorias de comportamento de consumo e Teoria dos Sistemas Mundiais.
a Teoria Geral dos Sistemas e o pós-estruturalismo, sendo a primeira representada por Lewis Binford e seus discípulos, e a segunda por Michael Shanks e Christopher Tilley.
a Teoria da Prática e as teorias neo-darwinistas, sendo a primeira representada pelo processualismo histórico de Timothy Pauketat; e a segunda, pelas vertentes selecionista, individualista e transmissionista.
o processualismo e o pós-processualismo.