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O Programa Minha Casa, Minha Vida definiu um limite de preço final da moradia produzida em empreendimentos empresariais destinados a famílias de baixa renda e quase que padronizou as opções de unidade habitacional a serem ofertadas. Nesse quadro, a opção dos empreendedores que buscavam produzir dentro do Programa, especialmente no caso de áreas metropolitanas com maior valorização dos terrenos, foi
buscar terrenos grandes e baratos, para ganhar escala de produção e aumentar a margem de ganho em relação ao teto de preço, reproduzindo o padrão de grandes conjuntos habitacionais periféricos.
minimizar os riscos decorrentes da inadimplência da demanda, buscando empreendimentos menores que poderiam aproveitar terrenos urbanos intersticiais com preço moderado a baixo, mantendo assim suas margens de ganho.
deixar de empreender nos municípios pequenos e médios, concentrando-se nas capitais e nos grandes municípios metropolitanos.
concentrar o atendimento da demanda nas faixas 1 e 2 do programa, que apresentam renda mais baixa, como forma de garantir a comercialização dos empreendimentos.
subaproveitar terrenos bem localizados e valorizados para executar as tipologias padronizadas pela Caixa.