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“A discussão sobre segurança tem uma dimensão geral e outra específica. O foco geral é manter e sustentar a visão de uma sociedade aberta na qual as pessoas de todos os grupos socioeconômicos possam movimentar-se lado a lado, no mesmo espaço da cidade, em seus afazeres cotidianos. Dentro dessa perspectiva geral, promove-se a segurança por meio de cuidadosa reflexão pelo projeto das muitas e detalhadas soluções para a cidade.
Ao lado das visões idealistas de cidade seguras e abertas surge a realidade de muitas sociedades urbanas. A desigualdade social e econômica é o plano de fundo para os altos índices de criminalidade e as tentativas (total ou parcialmente) privadas de proteger a vida e a propriedade” (GEHL, 2013, p. 97).
Sobre a cidade segura, é CORRETO afirmar:
Simples soluções individuais urbanas de prevenção à criminalidade ajudam muito em locais onde a sensação de insegurança tem profundas raízes nas condições sociais.
A vida da rua e na rua, a diversidade de funções ao longo da rua e agradáveis espaços de transição são qualidades-chave para boas cidades – também em termos de segurança e proteção.
Os recursos de segurança: arame farpado, grades, patrulhas em áreas residenciais e guardas de segurança em frente a bancos e lojas são bons exemplos de soluções simples e coletivas.
A presença de “outros” indica que um lugar não é considerado bom e seguro.
Áreas urbanas com diversidade de funções não proporcionam mais atividades dentro e perto das edificações.