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A vertente bioclimática em arquitetura reforça a necessidade de adequar o ambiente construído às características climáticas da região onde está inserida como forma de obter conforto térmico e minimizar o consumo de energia. Sobre as relações entre edifícios e o clima da região em que serão inseridos é correto afirmar:
A ventilação natural deve ser permanentemente aplicada em climas quentes e secos devido a maior temperatura e a baixa umidade do ar exterior.
Em climas quentes e úmidos não é necessário controlar a radiação solar sendo, no entanto, fundamental promover a ventilação natural no espaço urbano e no interior das edificações.
Quando a temperatura interna estiver elevada, a sensação térmica em climas quentes e úmidos pode ser melhorada através da umidificação dos ambientes, descartando-se a ventilação natural.
O clima quente e seco apresenta maior disponibilidade de luz do que o quente e úmido, sendo indicada a adoção de pequenas aberturas para ventilação natural e a opção por envolventes leves para as edificações.
Em regiões quentes e secas, a sensação térmica no período de verão pode ser amenizada através da evaporação da água, lançando-se mão da vegetação, espelhos d’água e fontes para resfriamento evaporativo.