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A preocupação com a preservação do patrimônio cultural tem início no século XIX, quando o patrimônio passou a constituir interesse de vários países, surgindo a necessidade de se discutirem critérios para sua definição e gestão, através das cartas patrimoniais. Sobre as cartas patrimoniais, é correto afirmar:
Como instrumento teórico, têm a função de legislar sobre o patrimônio.
Servem de referência mundial para que os diversos países adotem métodos e ações convergentes para a preservação do patrimônio.
A Carta de Atenas (1931) não é considerada uma das Cartas Patrimoniais.
A Carta de Veneza de 1964, aprovada no II Congresso Internacional de Arquitetos e Técnicos de Monumentos Históricos, afirma que os elementos destinados a substituir as partes que faltem em um monumento devem integrar-se harmoniosamente no conjunto, sem, entretanto, serem distinguíveis do original.
Tratam especificamente de construções e prédios de interesse histórico.