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O estuque é constituído por uma massa branca ou policromática, constituída por cal, areia fina, pó de mármore e gesso, incluindo uma maior ou menor percentagem de cal e gesso, consoante as utilizações. Ele é colado entre e sobre fasquias de madeira dispostas de modo a permitir melhor aderência. O estuque é um material versátil, robusto e duradouro (quando realizado devidamente), podendo a sua aplicação ser feita sobre construções em tijolo, pedra e madeira. Em relação à conservação e ao restauro do estuque, na etapa de consolidação da argamassa no forro, é correto afirmar que
é necessário remover uma pequena amostra da argamassa de estuque para ser identificada e enviada ao laboratório, conforme realizado com as amostras dos revestimentos interno e externo das paredes do edifício e elementos arquitetônicos externos, para desenvolvimento de nova argamassa de estuque compatível com a antiga para tratamento das lesões do forro.
após análise laboratorial, o traço da argamassa definido em laudo não deverá ser reconstituído em canteiro de obra e a nova argamassa ser testada in loco para verificação da sua aderência ao suporte, plasticidade no manuseio e aplicação, bem como a resistência final ao fissuramento.
todo e qualquer procedimento a ser realizado nos forros pode ser executado com a inexistência do mapeamento de danos, registro fotográfico e do projeto como um todo.
não é preciso realizar análises laboratoriais pois o exame organoléptico realizado in situ é suficiente para saber o traço da argamassa.
a consolidação deverá ser realizada com argamassa diferente da original para caracterizar ação de conservação e restauro.