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Quando surge o primeiro aluno em cadeira de rodas é que, de repente, os degraus tornam-se visíveis para todos. A partir do momento em que temos um aluno com deficiência auditiva é que se torna necessário buscar os meios de comunicação alternativos e aprender a língua de sinais. Quando, na turma, há um aluno com deficiência visual é que começamos a pensar como ele pode ter mais independência para se orientar e se movimentar com segurança ou que precisamos, com urgência, contar com livros em Braille. Se um aluno tem dificuldades de compreensão e comunicação e também necessita de auxílio para sua alimentação e higiene, temos de reconhecer a necessidade de apoio pedagógico e da presença de um acompanhante na escola.
DISCHINGER, M. et al. Manual de acessibilidade espacial para escolas: o direito à escola acessível. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2009 (adaptado).
Sobre a acessibilidade na arquitetura escolar e considerando a NBR 9050/2020, assinale a opção correta.
A largura livre nos corredores em uma biblioteca, entre estantes de livros, deve medir, no mínimo, 1,50 m.
Os equipamentos complementares, tais como piscinas, locais de exposições, praças, podem ser acessados por escadas.
A recomendação é que as salas de aula estejam localizadas no térreo, e os espaços de uso secundário, como refeitórios e sanitários, no andar superior.
As barreiras arquitetônicas podem ser vencidas com a implementação de elementos de acessibilidade, tais como rampas, banheiros adaptados, plataformas elevatórias e piso tátil.
O projeto arquitetônico para escolas de dois pavimentos deve prever uma unidade de banheiro acessível no pavimento térreo, sendo facultada a inclusão de outra unidade no pavimento superior.