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O entendimento sobre os diferentes tipos de jardins é de extrema importância nos projetos paisagísticos, conferindo o melhor modelo de acordo com o clima, a região, a vegetação disponível e a finalidade. Considerando as linhas projetuais, estilos e características dos tipos de jardins, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Jardim inglês.
2. Jardim japonês.
3. Jardim romântico.
4. Jardim moderno.
5. Jardim alpino.
( ) Lugar apropriado à meditação e ao recolhimento, cujo principal fundamento é o culto à natureza. Em geral, possui poucas plantas; porém, extremamente ornamentais.
( ) Possui como características principais: traçado orgânico de caminhos; plantio que remete à paisagem campestre e planos d’água na forma de pequenos e sinuosos lagos e reservatórios, que possibilitam a imersão do usuário no interior do espaço, isolando-o da realidade urbana do entorno.
( ) Tinha na informalidade a sua característica fundamental, ao preconizar a aproximação do homem à natureza e a negação do elemento ordenado.
( ) Busca a comunicação com o interior do edifício, cujos pisos devem interagir entre si, sempre visando à continuidade de materiais e o visual.
( ) Designado para regiões de clima temperado. Nesta condição de clima é muito importante a seleção de plantas como coníferas; camélia; plátano magnólia branca; dentre outras.
A sequência está correta em
3, 2, 4, 1, 5.
2, 3, 1, 4, 5.
5, 2, 3, 1, 4.
1, 4, 2, 3, 5.
No plano de massas vegetais, é interessante tirar proveito – quando possível – dos grandes grupos de árvores, classificados de acordo com seu tipo de copa. Sobre os tipos básicos de copas e seus usos em projetos paisagísticos, assinale a afirmativa correta.
Espécies com copa vertical possuem o diâmetro da copa maior que a altura.
Espécies com copa horizontal possuem o diâmetro da copa menor que a altura.
Quando enfileiradas, as copas verticais formam grandes muros verdes que escondem vistas desinteressantes e barram o vento indesejado.
Quando plantada junto a uma varanda ou edificação, as árvores de copa vertical podem funcionar como quebra-sol para portas e janelas.
Árvores de copa horizontal praticamente não proporcionam espaços sob sua copa, mas podem ser entendidas como ponto focal em sua forma vista a distância.
A ação dos ventos sobre a vegetação age de maneira diversificada, sendo a evapotranspiração um desses efeitos que ocorre no recinto urbano. Com relação à evapotranspiração, assinalar a alternativa CORRETA:
O efeito da evapotranspiração é alto na estação quente, principalmente quando a velocidade do vento fica reduzida, assim evitando que ocorra o estresse térmico na planta.
Quando a velocidade do vento atinge 0,1m/s e a temperatura do ar está próxima de 40°C, a transpiração da planta é menor do que no inverno.
Com velocidade do vento acima de 0,1m/s e a temperatura do ar próxima de 25°C, a evapotranspiração é maior.
O efeito da evapotranspiração permanecerá constante quando a velocidade do ar aumentar para 1,5m/s, concluindo-se que o tamanho da vegetação, com relação à edificação, não define a intensidade deste efeito.
Uma das espécies mais utilizadas no paisagismo é a Areca-bambu (Dypsis lutescens), sendo um exemplar de
palmeira.
trepadeira.
arbusto.
gramado.
forrageira.
Na criação de espaços paisagísticos, é importante entender as técnicas adotadas para que o observador consiga diferenciar hierarquias e perceba o “aqui” e o “ali”. São consideradas estratégias sugeridas para elaboração destes planos, EXCETO:
Muros ou cercas vivas de arbustos altos.
Composição e definição de cores para floração.
Muretas, pequenos desníveis, ou pequenas escadas.
Renques de árvores verticais, ou renques de árvores horizontais.
Pilares espaçados regularmente, arcadas, ou colunatas de palmeiras.
Um jardim vertical será instalado em uma parede externa que recebe sol pleno, ao longo de todo o ano. Deseja-se que a espécie escolhida floresça no verão. Uma espécie que poderia ser especificada para atender a esses requisitos é:
Rhipsális (Rhipsalis bacífera).
Antúrio (Anthurium andraeanum).
Lambari roxo (Tradescantia zebrina ‘Purpusii’).
Orquídea vermelha (Sophronitis coccínea).
Barba-de-serpente (Ophiopogon jaburan).
Estratégias de sustentabilidade de áreas ajardinadas podem envolver investimento inicial em tecnologias de redução do consumo de água para irrigação, sem prejuízo – ou até mesmo com ganhos – para o desenvolvimento das espécies plantadas. São exemplos dessas tecnologias soluções de
plantio de espécies xerófitas e culturas hidropônicas.
plantio de espécies hidrófilas e culturas hidropônicas.
irrigação localizada e irrigação por pivô.
irrigação por gotejamento e irrigação por pivô.
irrigação localizada, como o gotejamento e a microaspersão.
Um projeto de paisagismo deve conciliar, entre outros, os custos de manutenção de áreas ajardinadas e sua usabilidade. Constitui um dilema típico desse tipo, no caso de forrações, escolher entre espécies vegetais que (i) requerem menor trabalho de manutenção, mas limitam a utilização da área para lazer ou que, pelo contrário, (ii) permitem que a superfície da área ajardinada seja utilizada para lazer, porém requerem manutenção mais intensiva.
É correto apresentar como exemplos de espécies vegetais com as características (i) e (ii), respectivamente,
grama caipira e hera de chão.
grama japonesa e hera de chão.
grama São Carlos e grama caipira.
grama japonesa e grama amendoim.
grama amendoim e grama São Carlos.
A paisagem e a imagem são inseparáveis. Sobre o tema paisagismo, analise as afirmativas abaixo:
I. O arquiteto paisagista deve considerar as vistas a partir de três ângulos diferentes: vistas do sítio para fora, vistas dentro do sítio e vistas para dentro do sítio.
II. As vistas podem formar o elemento principal de um sítio para meditação ou relaxamento, mas também podem ser usadas para induzir as pessoas à movimentação, oferecendo um foco visual que as seduza a explorá-las.
Assinale a alternativa correta
As afirmativas I e II estão incorretas
As afirmativas I e II estão corretas
Apenas a afirmativa I está correta
Apenas a afirmativa II está correta
O uso da vegetação em espaços urbanos vai além dos benefícios estéticos, uma vez que tem grande importância no controle do barulho, retardamento da erosão, criação de anteparos e na conexão visual de uma edificação a seu sítio. Para a seleção e uso da vegetação em ambiente urbano e arquitetônico, alguns fatores devem ser considerados. Sobre esses fatores, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Estrutura, forma das árvores, altura de crescimento potencial e dimensão da copa.
( ) Densidade, textura, cor sazonal da folhagem, tamanho e profundidade das raízes.
( ) Velocidade ou taxa de crescimento, exigências de solo, água, luz natural e faixa de temperatura aceitável.
C - C - E.
C - E - C.
E - C - E.
C - C - C.
O memorial de plantio de um projeto de paisagismo incluirá especificações quanto ao emprego de fertilizantes, distinguindo, em função das características do solo e do plantio em duas áreas diferentes do terreno, uma especificação de NPK 04-14-08 no canteiro A e outra de NPK 08-28-16 no canteiro B. Essas diferenças implicam que
a proporção de fósforo em relação ao total dos nutrientes será igual em A e em B.
em B será menor a concentração total dos nutrientes, relativamente ao volume de fertilizante, do que em A.
em B será menor a concentração de potássio, relativamente ao volume de fertilizante, do que em A.
em B será maior a proporção de potássio em relação ao total dos nutrientes do que em A.
em B será menor a concentração de nitrogênio, relativamente ao volume de fertilizante, do que em A.
Forrações, em paisagismo, consistem em
plantas de caule não autoportante, que crescem apoiadas em outras estruturas.
plantas arbóreas, com estrutura ramificada em diferentes formas, caule único e ramos providos de folhas laminares, com formas e tamanhos variados.
plantas de caule único, provido de folhas alongadas, inseridas em rosetas na extremidade superior do caule.
plantas herbáceas, rasteiras, geralmente em comunidades densamente enraizadas, com altura até 30 cm, aproximadamente.
“No jardim, sempre se deve ter em mente que as formas espaciais são fluidas, livres e instáveis, como uma bolha de ar que se expande com desenho caprichoso e imprevisível.”
(Abbud, 2006.)
Para projetar espaços em paisagismo, deve-se definir o que é lugar e não-lugar. Considerando a informação anterior, assinale a afirmativa correta.
Lugar é um espaço de permanência.
Lugar é um espaço de ligação; sinônimo de passagem.
Não-lugar é um espaço de permanência e que também possa ter sido projetado para ser visto de fora.
Não-lugar é um espaço convidativo que estimula a prática de alguma atividade no local como: descansar, meditar, praticar esportes, dentre outros.
Em paisagismo, há vários procedimentos e ferramentas que podem auxiliar na elaboração dos projetos, na avaliação das proporções e na definição das hierarquias dos espaços. Para isso, é preciso entender o que significa o aqui e o ali, o próximo e o pouco distante, e os demais planos. Assim, as estratégias listadas abaixo estão corretas, EXCETO:
A qualidade de um projeto de paisagismo passa pelo atendimento a três requisitos: o ambiental, o funcional e o estético.
Barreiras abaixo da linha visual do observador, na forma de maciços de arbustos baixos, funcionam bem para demarcar o aqui sem esconder o ali, onde a paisagem continua.
Colunatas de palmeiras ou qualquer conjunto de caules retos e perfilados criam uma marcação entre o aqui e o ali, mantendo transparência e ligação visual entre eles.
Renques de árvores de copas horizontais próximas compõem tetos e desenham sombras que marcam bem o lugar, o aqui, em contraste com o ali ensolarado e a paisagem distante.
Renques de árvores verticais desenham altos muros verdes que são barreiras entre o aqui e o ali mais distante.
Dentre as espécies arbóreas enumeradas abaixo, qual apresenta características adequadas para ser utilizada na indicação com a letra “G”?
Arachis repens – Grama Amendoim.
Lecythis pisonis – Sapucaia.
Salix babylonica – Chorão.
Spathodea campanulata – Xixi-de-gato.
Tibouchina granulosa – Quaresmeira.
A espécie indicada pela letra “B”, trata-se de uma espécie própria para forração de domínio de projeção de 20 cm de diâmetro. Pergunta-se: quantas mudas devem ser plantadas, sabendo-se que a área destinada a ela possui 9 m2?
45 mudas.
90 mudas.
144 mudas.
175 mudas.
225 mudas.
O teto-jardim foi concebido e utilizado expressivamente pelo Movimento Moderno ao longo do século XX. Mais recentemente, outras noções fundamentadas nos preceitos sustentáveis, oferecem as ideias de teto verde, por exemplo.
Ao caso das lajes de concreto que recebem vegetação com forração e finalização de vegetação, quais materiais e técnicas construtivas devem ser empregadas? Qual a ordem e especificação está correta, abaixo, considerando a partir da superfície vegetada até a estrutura da laje?
Vegetação, material drenante, acabamento de argamassa simples e estrutura da coberta.
Vegetação, solo, superfície da laje aberta e drenante e estrutura da coberta.
Vegetação, filtro, calhas e estrutura da coberta.
Vegetação, solo, manta telada, calhas, tubos de queda e estrutura da coberta.
Vegetação, solo, filtro, camada drenante, manta impermeabilizante e estrutura da coberta.
Na concepção paisagística, a etapa preliminar em que se define o plano de massas contempla, entre outros aspectos, a caracterização morfológica da vegetação, que compreende
a especificação de indivíduos e grupos vegetais.
o grau de drenagem das raízes e a caracterização das forrações
o porte das espécies e a densidade e o tipo da copa, para a vegetação arbórea.
a distribuição e a densidade de plantio das espécies.
a associação de espécies visando melhor crescimento devido à fixação de nutrientes.
Num projeto de paisagismo urbano há um momento de se escolher corretamente as árvores para se plantar nas calçadas. Ao escolher a espécie ideal leva-se em conta, dentre outros fatores, o tipo de raiz e o porte da árvore. Assinale a opção que contém as espécies de árvore mais adequadas para se plantar em calçadas.
pata de vaca (bauhinia forficata) e amendoeira da praia (terminalia catappa).
quaresmeira (tibouchina granulosa) e flamboyant mirim (caesalpinia pulcherrima).
jacarandá de minas (jacarandá cuspidifolia) e figo-folha (fícus lyrata).
cajueiro (anacardium occidentale) e paineira (bombax malabaricum).
No Rio Grande do Sul, quais são as palmeiras ou coqueiros nativos normalmente utilizados em projetos urbanos nos canteiros entre pistas de rolamento.
Árvore de Madagascar (Terminalia mantaly) e Coqueiro Jerivá (Syagrus romanzoffiana).
Palmeira Washingtônia (Washingtonia robusta) e Coqueiro Jerivá (Syagrus romanzoffiana).
Árvore de Madagascar (Terminalia mantaly) e Butiazeiro (Butia capitata).
Coqueiro Jerivá (Syagrus romanzoffiana) e Butiazeiro (Butia capitata).
Árvore de Madagascar (Terminalia mantaly) e Palmeira Washingtônia (Washingtonia robusta).