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Autores como Jesse Shera, Bertram Brookes, Michel Buckland, Yves-François Le Coadic, Maria Nélida González de Gómez, Rafael Capurro e Bernd Frohmann, trazem diferes concepções para o termo que dialogam diretamente com a Arquivologia. Entre essas contribuições, destaca-se a proposta de Rafael Capurro, que identifica três paradigmas centrais para a compreensão do termo "informação": paradigma físico, paradigma cognitivo e paradigma social. Com base nessa abordagem teórico-epistemológica, assinale a afirmativa que corresponde ao paradigma social apresentado por Capurro:
Entende a informação como um conjunto de sinais transmitidos entre emissor e receptor, independentemente da experiência humana.
Compreende a informação como signo, enfatizando processos cognitivos individuais de busca, recuperação e transformação do usuário.
Considera a informação como um fenômeno ancorado no contexto social e histórico dos sujeitos, destacando práticas, relações e significados construídos coletivamente.
Define a informação como resultado exclusivo da mediação tecnológica entre sistemas e usuários, com rara influência do ambiente sociocultural.
Considera o sujeito no seu contexto social, mas destaca que os estudos da informação podem estar desvinculados de seu tempo e espaço.