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Segundo Martins, Picosque e Guerra (2009), pode-se perguntar: os teóricos do desenvolvimento do desenho infantil testemunham as produções das crianças de seu tempo, inserindo-as numa ordenação linear, sequencial e progressiva que oferece um olhar para ver as produções de crianças a partir de intervenções pedagógicas?
Talvez não haja uma resposta única a essa inquietante questão, porém o educador deve estudar e compreender cada movimento que compõe o pano de fundo para a leitura sobre o ser expressivo da criança e do jovem e as suas singularidades nas diversas salas de aula.
A esse respeito, assinale a alternativa incorreta.
As palavras-chave de cada movimento sempre continuam no próximo, na processualidade do produzir e do ler o mundo.
O educador pode explorar a metamorfose expressiva de muitas maneiras, porém mantendo regras e estereótipos essenciais.
Não há criança universal, mas crianças com singularidades, com seu modo particular de estar no mundo.
Cada aluno constrói seu repertório expressivo por meio de suas referências, medos, anseios, desejos, saberes e potencialidades.