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Para esse coreógrafo/coreógrafa, a dança torna-se...

Para esse coreógrafo/coreógrafa, a dança torna-se aparentemente um movimento natural, o menos estilizado possível e sem finalidade específica. Tenta não construir encadeamentos lógicos, não há um assunto nem mesmo uma vaga intenção em suas coreografias: trata-se de explorar os elementos fornecidos pelo acaso, que não resultam em nada de coordenado.


(Bourcier. História da Dança no ocidente, 2001. Adaptado)


Essa forma de abordar o corpo em coreografias aponta para a perspectiva de


A

Isadora Duncan.


B

Merce Cunningham.


C

George Balanchine.


D

Ruth Saint-Denis.


E

Sergei Diaghilev.