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Ao comemorar os 70 anos de realização da 1ª Bienal de São Paulo (1951), a 34ª Bienal de São Paulo Faz escuro mas eu canto exibe a maior quantidade de artistas indígenas de sua história. Artistas que “atuam em seu próprio nome”, conquistando um lugar permanente em ambientes expositivos.
Dentre os artistas dos povos originais, assinale a alternativa correta em relação ao brasileiro Jaider Esbell.
Artista e escritor macuxi, era uma das figuras centrais no movimento de consolidação da Arte Indígena Contemporânea no contexto brasileiro.
Nascido no estado de São Paulo, combina pintura, escrita, desenho, instalação e performance, focando os seus trabalhos especificamente nos mitos indígenas.
Atuava de forma múltipla e interdisciplinar como artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor e catalisador cultural, afirmando o quanto o sistema da arte indígena tem a ver com o sistema dos europeus.
Teve suas obras expostas na 34ª Bienal, cobertas por um tecido branco, ação temporária efetuada como símbolo de paz, por decisão tomada de maneira conjunta pela Bienal de São Paulo e parceiros do artista.
Como artista convidado, teve quatro séries em exibição na 34ª Bienal, dentre elas, uma escultura gigante, por ele definida como “pedagógica”: A Guerra dos Kanaimés.