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A Arte, para John Dewey, é uma experiência consumatória que integra o estético e o artístico. Como manifestação humana, ela mantém vivo o nosso poder de pensar, sentir e apreciar o mundo. Ao cotejar as noções de experiência para Dewey e Bondía, podemos afirmar que:
A experiência estética difere da experiência conceituada por Bondía, pois a primeira diz respeito às manifestações artísticas, e a segunda, aos processos de aprendizagem.
Todos os tipos de experiências afetam e perpassam o sujeito, provocando um estado de apreciação artística que legitima a Arte como experiência.
As experiências significativas, para ambos os autores, não dizem respeito apenas às manifestações artísticas, mas são algo que tem a ver com apreciação, reflexão e produção de sentido.
Bondía toma a experiência como um ponto de chegada do processo de aprendizagem, enquanto Dewey toma a experiência como condição de criação artística.
Dewey e Larossa são dois pensadores da Arte que propõe que a experiência, de maneiras diversas, é o que conecta as manifestações artísticas ao público.