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Segundo Marques (Isabel A. Marques. Dançando na Escola), Rudolf Laban, na Inglaterra, e Margaret H’Doublet, nos Estados Unidos, foram, no início do século XX, as influências mais significativas na criação e na difusão dos discursos e das práticas da dança criativa, em âmbito internacional, até os dias de hoje.
Para a autora, os discursos dos dois autores estão profundamente enraizados na filosofia da dança moderna no início do século, que propõe
um aprimoramento técnico corporal e um trabalho centrado na pessoa do coreógrafo.
que o imprevisto e o indeterminado alicercem todo o processo criativo dos bailarinos.
procedimentos aleatórios de composição, no que diz respeito às coreografias e aos elementos autorais dos próprios bailarinos.
que os ideais de expressão interior e emoção humana devem ser entendidos como os princípios edificantes da criação artística.
rejeição à totalidade, aos pressupostos enraizados na veneração mágica e cultural da Arte.