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Expandir os processos colaborativos e as nossas perspectivas foi o que nos motivou a conceber um conjunto de interlocuções, que vão desde a lista de participantes e grupos e espaços – que nos ofereceram exemplos de gestão alternativa para os modos vigentes – até pesquisadoras e práticas de aprendizagem não necessariamente ligadas aos campos convencionais do conhecimento.


LIMA, Diane; KILOMBA, Grada; MENEZES, Hélio; BORJA-VILLEL, Manuel. Coreografias do Impossível. In: CATÁLOGO DA 35ª BIENAL DE SÃO PAULO. São Paulo: Fundação Bienal, 2023.


A 35ª Bienal de São Paulo, intitulada Coreografias do Impossível, ocorrida no segundo semestre de 2023,


A

conectou-se a redes de residências artísticas e iniciativas autônomas, como New Local Space (Jamaica), Sertão Negro (Brasil) e Ëntun Fey Azkin (Território Ancestral Mapuche). Essas redes fomentam arte, educação e novos modelos de gestão.


B

foi organizada por um grupo curatorial com uma curadoria-chefe e um grupo de curadoras auxiliar. Esse modelo considerou as diferentes trajetórias e formações dos membros, buscando estratégias para enfrentar desafios institucionais e curatoriais.


C

teve sua expografia projetada para criar uma coreografia de percursos com temas e categorias cronológicas, utilizando intervenções arquitetônicas para alterar percepções espaciais e temporais.


D

contou com o trabalho formativo da equipe de educação da Fundação Bienal subjacente à exposição das obras por meio de ferramentas de mediação com percursos expositivos que desafiam as relações do tempo e espaço.