“(...) a Arte capacita um homem ou uma mulher a não ser um estranho em seu meio ambiente nem estrangeiro em seu próprio país. Ela supera o estado de despersonalização, inserindo o indivíduo no lugar ao qual pertence, reforçando e ampliando seus lugares no mundo (...)”.
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Na perspectiva da autora é correto afirmar que:
A ideia modernista de que todos podemos compreender e usufruir da Arte era utópica e foi substituída pela noção de que todos somos artistas.
A Arte na Educação como expressão pessoal e como cultura é importante instrumento para a identificação cultural e o desenvolvimento individual.
Para o modernismo, dos fatores envolvidos na criatividade, o de máximo valor era a elaboração e a flexibilidade. Atualmente, a originalidade é extremamente valorizada.
O conceito de criatividade permanece inalterado. Pretende-se desenvolver a criatividade por meio do fazer artístico, em detrimento das leituras e interpretações das obras de Arte.
Não se trata mais de perguntar o que determinada obra nos diz aqui e agora em nosso contexto e o que disse em outros contexto históricos a outros leitores, mas de se perguntar o que o artista quis dizer.