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“A negação da alegria simples, tosca, vulgar, venal, servil...

“A negação da alegria simples, tosca, vulgar, venal, servil – em uma palavra, natural – que constitui o sagrado ambiente da cultura, implica a afirmação da superioridade dos que conseguem satisfazer-se com aqueles prazeres sublimados, refinados, desinteressados, gratuitos e distintos que são eternamente vetados aos profanos. É por isso que a arte e o consumo cultural são predispostos, consciente e deliberadamente ou não, a desempenhar a função social de legitimar as diferenças sociais” (BOURDIEU, P. apud APPLE, M., 2002).


A crítica apresentada por Pierre Bourdieu na citação acima serve de embasamento para a seguinte concepção de “currículo”:


A

teorias imersivas do currículo, que se baseiam no uso de tecnologias imersivas e interativas


B

teorias tradicionais do currículo, centradas na seleção de saberes e conhecimentos cientificamente comprovados


C

teorias críticas do currículo, que reconhecem a constituição do currículo como um gesto com base cultural, social e política


D

teorias artísticas do currículo, que reconhecem a obra de arte como expressão máxima da subjetividade humana e lócus privilegiado de acesso às sensações