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Dentre os novos estatutos explorados pelos artistas atuantes no modernismo brasileiro, linhas, cores, superfícies e formas ganharam uma certa autonomia que reivindicava uma identidade própria, como no caso do uso das cores caipiras, utilizadas por Tarsila do Amaral em divergência com os grandes mestres acadêmicos. O título dado a essa fase da produção da artista foi:
Antropofágica
Pau-Brasil
Modernista
Social