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Com base na literatura sobre práticas de ensino e aprendizagem musical, e na Lei nº 10.639/2003, é correto afirmar que:
A inserção da música de matrizes africanas no currículo escolar brasileiro é recente, tendo sido incorporada apenas após o ano de 2015.
As manifestações musicais de matriz africana têm pouca relevância para o ensino formal de música, por não seguirem os padrões técnico-acadêmicos estabelecidos no currículo escolar tradicional.
Projetos de extensão universitária que utilizam maracatu, jongo e outros ritmos tradicionais valorizam o saber vivencial como fonte pedagógica, aproximando a escola e a comunidade local.
A educação musical escolar tradicional não apresenta desafios de estereótipos culturais ou resistência por parte dos alunos quando aborda ritmos afro-brasileiros.
A referida Lei estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira, incluindo suas expressões musicais como estratégia de combate ao racismo e valorização das identidades culturais, mas excluindo músicas que remetam à religiosidade, pois a laicidade do Estado brasileiro deve ser preservada.


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