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Cada processo de impressão se utiliza de um tipo de matriz específica e característica de cada processo.
Os quatro principais tipos de matrizes são:
1. Matriz de alto relevo (clichê metálico)
2. Matriz de alto relevo (clichê metálico borracha/polímero)
3. Matriz em baixo relevo (Cilindro metálico)
4. Matriz plana (chapa metálica)
As matrizes acima descritas correspondem respectivamente aos processos denominados
1 – Flexografia, 2 – Tipografia, 3 – Rotogravura e 4 – Offset.
1 – Flexografia, 2 – Tipografia, 3 – Offset e 4 – Rotogravura.
1 – Offset, 2 – Flexografia, 3 – Rotogravura e 4 – Tipografia.
1 – Tipografia, 2 – Flexografia, 3 – Rotogravura e 4 – Offset.
1 – Rotogravura, 2 – Offset, 3 – Tipografia e 4 – Flexografia.
Analise a figura abaixo e marque a alternativa CORRETA:

A arte da tipografia não lida apenas com a textura positiva das letras, mas com os espaços negativos entre elas e ao seu redor. Todas as alternativas a seguir falam sobre a importância dos espaços negativos, exceto:
As letras amam umas às outras. Entretanto, devido às suas diferenças anatômicas, algumas tendem a ter problema para ganhar intimidade. As Versais, quadradas e conservadoras, preferem manter uma certa distância de suas vizinhas.
À página escrita deu-se o nome de “textus”, que significa tecido em latim. A diagramação de um texto funciona como um tear. O designer deve procurar tecer o texto da maneira mais homogênea possível. Bons tipos são desenhados para produzir uma textura vivaz e homogênea, mas o descuido com as letras, linhas e palavras pode rasgar esse tecido.
Embora as quebras entre palavras nos pareçam naturais, a linguagem falada é percebida como um fluxo contínuo, sem vazios audíveis. Embora o alfabeto represente o som, ele não pode funcionar sem marcas e espaços de silêncio. A tipografia manipula as dimensões silenciosas do alfabeto, empregando recursos que são vistos mas não ouvidos.
Em um mundo repleto de mensagens que ninguém pediu para receber, a tipografia precisa frequentemente chamar a atenção para si própria antes de ser lida. Para que seja lida, precisa contudo abdicar da mesma atenção que despertou. A tipografia que tem algo a dizer aspira, portanto, a ser uma espécie de estátua transparente.
A densidade da textura de uma página escrita ou composta é chamada de “cor”. Isso nada tem a ver com tintas; refere-se apenas à escuridão da massa de tipo. Uma vez satisfeitas as demandas de legibilidade e ordenação lógica, a homogeneidade da “cor” é o objetivo mais comum almejado pelo tipógrafo.
Considere o texto: Nesta lição apresenta-se um roteiro para a criação do protótipo de um projeto visual em conjunto com o
desenvolvimento do sistema de navegação. Elencam-se os princípios metodológicos da implementação prática de seu contexto
em um aplicativo web. Para começar deve-se clicar no botão
Segundo a classificação adotada pela Association Typographique Internationale - Atypl, são tipos lineares (não-romanos):
Univers, Trebuchet, Didot
Helvetica, Bodoni, Impact
Verdana, Din, Meta
Cambria, Calibri, Corbel
Futura, Courier, Futura