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A proposta triangular para o ensino de Arte não indica um procedimento dominante ou linear na combinação das várias ações e seus conteúdos. A partir dessa afirmação e das orientações para o ensino de Arte pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, pode-se afirmar:
A afirmação aponta para o conceito de pertinência na escolha de determinada ação e conteúdos, porém não permite concluir a necessidade de haver coerência entre os objetivos e a metodologia.
O ensino de arte atribui importância à atividade cognitiva do aluno, às interações humanas, à influência da cultura na aprendizagem, ao sentido que o aluno dá à aprendizagem, porém desconsiderando a diversidade de saberes e a marca pessoal e social que estão presentes no ato de aprender.
As competências e capacidades a serem construídas pelos professores no currículo de Arte serão alcançadas a partir da leitura da obra de arte e da compreensão da arte como fato histórico descontextualizado.
A reformulação de uma proposta de trabalhar a arte na escola não exige que se esclareça quais posicionamentos sobre arte e educação escolar estão sendo assumidos.
Ao se pensar o ensino da Arte, é fundamental entender que esta se apresenta como produção, trabalho e construção, onde o fazer técnico-inventivo, o representar com imaginação o mundo da natureza e da cultura e o exprimir sínteses de sentimentos estão incorporados nas ações do produtor da obra artística, na própria obra de arte, no processo de apresentação dos mesmos à sociedade e nos atos dos espectadores.