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Dançar, dançar, dançar... Basta querer, é só começar! A dança é uma das expressões artísticas mais antigas. Na pré-história dançava-se pela vida, pela sobrevivência, o homem evoluiu e a dança obteve características sagradas, os gestos eram místicos e acompanhavam rituais. Na Grécia, a dança ajudava nas lutas e na conquista da perfeição do corpo, já na Idade Média se tornou profana, ressurgindo no Renascimento. A dança tem história e essa história acompanha a evolução das artes visuais, da música e do teatro.
(Pujade-Renaud, C. Linguagem do silêncio: expressão Corporal. São Paulo: Ed. Summus,1982).
No contexto da história da dança, indique qual alternativa é INCORRETA.
Dança moderna: a dança moderna é uma negação da formalidade do balé. Os bailarinos trabalham mais livres, porém não rompem completamente com a estrutura do balé clássico. Os movimentos corporais são muito explorados e solos de improvisação são frequentes.
Dança contemporânea: A dança contemporânea surgiu na década de 1960 como uma forma de protesto ou rompimento com a cultura clássica. Os movimentos rompem com os movimentos clássicos e os movimentos da dança moderna, modifica o espaço, usando não só o palco como local de referência.
Danças milenares: como exemplo de danças milenares pode-se citar a dança no antigo Egito, na Grécia, em Roma e a expansão do balé especialmente na França no Séc. XVI durante o renascimento com renovação a partir do Séc. XIX com Isadora Duncan.
Dança primitiva: nasceu associada às práticas mágicas do homem, com o desenvolvimento da civilização, o rito separou-se da dança. A dança era realizada principalmente pelas mulheres, surgindo modelos de parto a partir dessa arte.