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O pesquisador pernambucano Fernando Antônio Gonçalves Azevêdo afirma que no século XX, às vésperas do terceiro milênio, uma nova geração de professores de arte passa a buscar em seu cotidiano escolar tornar acessíveis as obras de arte e sua história, tomando como ponto e partida a questão da multiculturalidade brasileira (PIMENTEL,1996).
Segundo o autor, a multiculturalidade brasileira numa perspectiva crítica para o ensino de arte na escola não pode ser entendida como
códigos estéticos, artísticos e éticos de todas as classes sociais e das minorias.
códigos estéticos, artísticos e éticos voltados para o pensamento dialético da intertextualidade dos códigos culturais.
códigos estéticos, artísticos e éticos da cultura pura e de todas as modalidades artísticas.
códigos estéticos, artísticos e éticos que favoreçam a reescrita e a releitura estética e artística articulada com a ética.