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Novas edições provam que obra de Graciliano Ramos está vivíssima


Com a entrada dos textos em domínio público, o autor que expôs as mazelas do país com sua escrita sem firulas ganha duas edições excepcionais.


No dia 20 de março de 1953, o Brasil perdeu um de seus maiores escritores: o alagoano Graciliano Ramos. Agora, Graciliano prova mais uma vez que continua vivíssimo. De acordo com a legislação nacional, a obra de um autor entra em domínio público no ano seguinte ao aniversário de 70 anos de sua morte. Logo, a partir deste ano, seus escritos estão livres de direitos de autorais – algo que simplifica negociações com herdeiros e barateia a publicação.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/cultura/. Acesso em: 14/01/2024. Adaptado.)


Sobre as obras do autor Graciliano Ramos, analise as alternativas a seguir.


I. Dom Casmurro.

II. Vidas Secas.

III. Morte e vida Severina.


São obras que não pertencem a Graciliano Ramos:


A

I, II e III.


B

I e II, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II e III, apenas.