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A vida cotidiana na Minas provincial era singular: os sinos da Igrejas anunciavam os casamentos, as missas, as mortes e os nascimentos, o incêndio... Cada um deles, com um toque especial. Sobre esse período, é CORRETO afirmar que:
A missa dominical era o programa obrigatório exclusivo dos nobres, que aproveitavam para vestir as roupas elegantes, denominadas “roupa de ver Deus”.
As crianças pobres e livres costumavam estudar até os sete anos e depois trabalhavam; os meninos, como lavradores e as meninas, como costureiras.
Na Inconfidência, houve vários movimentos, inclusive o musical, com destaque para a pianista Bárbara Guilhermina Silveira, a ligeirinha.
As mulheres ricas, nos dias de missa, usavam vestidos elegantes de tecido importados e as mulheres pobres vestiam roupas simples de algodão tingido.
Tecer era coisa de mulher negra. Tecia-se em quase todas as casas e fazendas. Metade das escravas eram fiadeiras, tecedeiras ou costureiras.