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Quais rios são fundamentais para a agricultura em Marechal Thaumaturgo, sendo utilizados para o cultivo de feijão, macaxeira, batata-doce, amendoim e melancia?
Rios Juruá, Amônia e Arara
Rios Purus, Acre e Tarauacá
Rios Madeira, Tapajós e Negro
Rios Solimões, Japurá e Javari
O projeto foca a região em questão por qual objetivo?
Corrigir as desigualdades regionais.
Promover a reforma agrária.
Desconsiderar as demais regiões.
Realizar políticas eleitoreiras.
Assinale a opção que apresenta o produto que o Brasil mais produz no contexto mundial.
soja
milho
arroz
trigo
algodão
Leia o texto abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
Brasil prevê safra recorde de grãos, mas quase 40% da colheita não têm onde ser estocados
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aumentou a previsão da safra de grãos deste ano para 345 milhões de toneladas. Se isso se confirmar, vai ser a maior produção brasileira de soja, milho e arroz da história. Mas, quase 40% da colheita não tem onde ser estocados. Apenas 16% dos produtores rurais têm galpões dentro das propriedades.
Disponível em https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/14/brasil-preve-safra-recorde-de-graos-mas-quase-40percent-da-colheita-nao-tem-onde-ser-estocados.ghtml. Visitado em 14/08/2025
Analisando a produção do agronegócio brasileiro destacada na reportagem podemos perceber a contradição entre
o impacto positivo na balança comercial e os gargalos estruturais do país.
a autossuficiência produtiva do país e a fome generalizada nas periferias.
o incentivo estatal diante do desinteresse do setor privado na agropecuária.
a capacidade produtiva nacional e a demanda global por nossos produtos.
Em 2024, enquanto o PIB brasileiro registrou crescimento de 3,4%, o setor agropecuário apresentou retração de 3,2%, com quebra significativa na produção de soja e milho. O desempenho negativo esteve diretamente associado a eventos climáticos extremos que atingiram diferentes regiões do país, como as enchentes no Rio Grande do Sul e a seca prolongada na Amazônia, no Pantanal e no Cerrado. Esse cenário reacende o debate sobre a relação entre a expansão das fronteiras agrícolas e as alterações no regime climático brasileiro. Considerando os elementos que compõem essa discussão, é correto afirmar que:
O setor agropecuário brasileiro opera de forma independente das variações climáticas, uma vez que a mecanização e a tecnologia de sementes garantem estabilidade produtiva.
A retração do PIB agropecuário em 2024 decorreu da redução voluntária da área plantada pelos produtores rurais, em resposta às exigências do Código Florestal brasileiro.
Estudos indicam que a destruição do meio ambiente, especialmente o desmatamento, contribui para a desregulação climática, e os ganhos econômicos de curto prazo tendem a converter-se em perdas ambientais, sociais e econômicas a prazo mais longo.
O desmatamento no Brasil, em 2024, concentrou-se na Amazônia, que respondeu por mais da metade da área suprimida, enquanto o Cerrado apresentou índices residuais de perda de cobertura vegetal.
A expansão das fronteiras agrícolas brasileiras teve início na década de 1990, quando técnicas de irrigação permitiram o cultivo de grãos em áreas de clima semiárido no Nordeste.
O setor de turismo tem buscado alternativas para reduzir o desperdício de alimentos, conciliando a experiência gastronômica dos visitantes com práticas sustentáveis. Pesquisas indicam que a responsabilidade ambiental pode ser também um diferencial competitivo para os estabelecimentos. Considerando as iniciativas de sustentabilidade no setor de hospitalidade, analise as afirmativas a seguir:
I.Hotéis têm substituído pratos grandes por menores e implementado cozinhas ao vivo que preparam pratos sob demanda, estimulando o consumo consciente.
II.Aplicativos têm sido utilizados para doar ou vender sobras a preços reduzidos, enquanto chefs transformam ingredientes antes descartados em novos pratos.
III.A percepção dos turistas sobre sustentabilidade é irrelevante para o setor, pois a maioria dos viajantes prioriza a fartura em detrimento de práticas ambientais.
É correto o que se afirma em:
I e III, apenas.
I, II e III.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
Os sistemas agroalimentares atuais, baseados em monoculturas e modelos industriais, geram impactos ambientais, sociais e de saúde que configuram uma crise multidimensional. Na Cúpula do G20, realizada na África do Sul, foram discutidas propostas para a transformação desses sistemas. Considerando os debates contemporâneos sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir:
I.O modelo agroalimentar atual contribui para a monotonia alimentar, processo que gera padronização das paisagens agrícolas e das escolhas alimentares da população.
II.Os custos indiretos relacionados às questões ambientais e de saúde dos sistemas agroalimentares são de aproximadamente US$ 12 trilhões anuais.
III.Entre as propostas de transformação dos sistemas agroalimentares está o estímulo ao consumo de alimentos frescos e a redução da presença de ultraprocessados.
É correto o que se afirma em:
I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
III, apenas.
I, II e III.
O agronegócio brasileiro é vital para a balança comercial, sendo o país um dos maiores exportadores de grãos do mundo. Qual das alternativas abaixo se refere ao porto brasileiro responsável pelo maior volume de exportação de soja e milho no último ano?
Porto de Santos.
Porto de Paranaguá.
Porto do Rio de Janeiro.
Porto de Itajaí.
Porto de São Francisco do Sul.
Roça Sustentável: experiência “antiga” aumenta produtividade em até cinco vezes
Tecnologia, com a ajuda de observação em unidades de referência, quintuplica a produtividade da mandioca e incrementa em até 50% as culturas de arroz e milho
Na mesma área e sem uso de fogo, a Roça Sustentável (Criaf) diversifica a produção e otimiza a produtividade da mandioca, arroz, milho, feijão e outras culturas. O objetivo é melhorar a produtividade e a renda de agricultores familiares, que correspondem a mais de 80% dos produtores dentro da região do Matopiba – região formada pelo estado do Tocantins e partes dos estados do Maranhão, Piauí e Bahia – onde ocorreu forte expansão agrícola a partir da segunda metade dos anos 1980. O resultado da metodologia da Roça Sustentável é o aumento, em até cinco vezes, da produtividade da mandioca e em 50% a produtividade do arroz e do milho.
(Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/. Acesso em: maio de 2025.)
A “Roça Sustentável” surge como alternativa econômica e eficaz para a produção de alimentos de maneira ecológica. Seu pressuposto é o aumento na produtividade por meio da utilização de técnicas “antigas”, mas que se demonstram válidas ainda hoje. Tendo em vista o desenvolvimento sustentável, práticas como essa se destacam por:
Diversificar a produção, aumentando o lucro através da rotatividade de culturas e manejo adequado do solo, que o torna mais fértil.
Diminuir a renda familiar, uma vez que os lucros se projetam apenas no mercado externo, sem beneficiar os produtores diretamente.
Utilizar menor número de mão de obra, uma vez que os pequenos produtores preferem utilizar técnicas mais atuais, como o uso de máquinas agrícolas de grande porte.
Dinamizar as relações do homem com a natureza, visto que o desenvolvimento precisa ocorrer nas condições possíveis, ainda que nem sempre se dê de forma sustentável, visando o lucro em primeiro lugar.
No contexto da organização espacial do agronegócio brasileiro, é correto afirmar que:
A pecuária extensiva e de baixa produtividade é predominante nas áreas de fronteira agrícola, como o MATOPIBA, sendo caracterizada pelo uso intensivo de tecnologia e mão de obra qualificada.
O Centro-Sul concentra os principais polos de agroindústria do país, resultado da integração entre atividades agropecuárias e a industrialização dos produtos, formando circuitos espaciais da economia.
A fruticultura irrigada no semiárido nordestino, voltada para exportação, é inviável devido à baixa disponibilidade hídrica e à ausência de infraestrutura logística.
As áreas de agricultura mecanizada no Centro-Oeste brasileiro operam isoladamente, sem conexão com mercados consumidores ou com atividades industriais de transformação.
Dia Internacional do Café: Minas é maior produtor mundial, mas empresários temem a seca
Se Minas Gerais tivesse um cheiro, provavelmente seria de café. É difícil encontrar alguém que não consuma a bebida em sua rotina e aquela imagem do “cafezinho com bolo” no final de tarde já faz parte do nosso imaginário. E, além de consumir, também sabemos fazer: Minas representa cerca de 54% do montante nacional. Isso não é pouca coisa, uma vez que o Brasil é o maior produtor de café – respondendo por 38% do volume mundial.
(Disponível em: https://www.otempo.com.br/economia. Acesso em: outubro de2024.)
Apesar de ser o maior produtor mundial de café, Brasil não está nem entre os dez primeiros em consumo per capita. O café é uma bebida amada pelo mundo inteiro, e a cafeína, substância presente nele:
Apesar de ser considerada tóxica e proibida em muitos países, é uma importante aliada no crescimento e na formação corporal.
É um dos principais ativos na liberação de uma substância exclusiva que ajuda na eliminação das gorduras, açucares e água do sangue.
Apresenta outros benefícios ao organismo, como tratar da ansiedade e suprimir a agitação ou a insônia, muito comuns atualmente.
Ajuda na estimulação do nosso sistema nervoso e age como psicoativo – altera o humor, estado de alerta e até a capacidade de raciocínio.
A economia de Painel é baseada na pecuária, agricultura, fruticultura, psicultura, apicultura e na silvicultura, sobretudo na produção de:
Tabaco.
Uva.
Maçã.
Pinhão.
O Brasil consolidou-se como um dos principais fornecedores de alimentos e matérias-primas agrícolas para o mercado internacional, sendo frequentemente designado como "celeiro do mundo". Essa posição reflete a relevância do setor agropecuário na balança comercial brasileira, mesmo diante de sua participação relativamente modesta no Produto Interno Bruto. Considerando a inserção do agronegócio brasileiro no comércio exterior, é correto afirmar que:
O superávit comercial brasileiro resulta principalmente das exportações de produtos manufaturados, sendo o agronegócio um setor complementar na balança comercial.
A participação do agronegócio nas exportações brasileiras é proporcional à sua contribuição para o PIB, evidenciando equilíbrio entre os setores produtivos na economia nacional.
O Brasil ocupa posição de destaque nas exportações agrícolas por concentrar sua produção no mercado interno, destinando ao exterior o excedente não absorvido pelo consumo doméstico.
A liderança brasileira na exportação de commodities agrícolas decorre da industrialização do setor, que agrega valor aos produtos antes de destiná-los ao mercado internacional.
A agropecuária representa parcela reduzida do PIB brasileiro, porém, responde por fatia expressiva das exportações do país, sendo o Brasil líder mundial na exportação de produtos como soja, café, açúcar e carne bovina.
Comissão aprova proposta que institui política de incentivo ao turismo rural
Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado
O texto prevê a participação efetiva de povos e comunidades tradicionais no planejamento, na operação, na fiscalização e no desenvolvimento do turismo em seus territórios, com respeito a seus modos de vida, sua cultura e ao meio ambiente. Agricultores familiares e assentados da reforma agrária também serão incentivados a participar.
(Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/. Acesso em: abril de 2025.)
As políticas públicas de incentivo ao turismo rural promovem inúmeros benefícios à população desse meio. Entre os impactos positivos dessas ações, é possível citar:
A valorização das atividades de base familiar e a geração de emprego e renda.
O estímulo à depredação do território, através da exploração de novos espaços.
A poluição do meio ambiente, como reflexo da presença dos turistas no meio rural.
O uso irrestrito de recursos naturais, como base para o desenvolvimento turístico local.
Analise o trecho a seguir acerca de dados gerais do município de Bom Sucesso (MG).
“Considerando os diferentes setores da economia, ‘sendo o café sua principal atividade, seguido do milho, feijão e rebanhos bovinos e suínos, além de ser uma bela bacia leiteira.’”
Disponível em: https://www.bomsucesso.mg.gov.br/institucional/ dados-gerais. Acesso em: 10 ago. 2025 (adaptado).
De acordo com o texto, pode ser tratado(a) como uma força econômica de Bom Sucesso (MG):
A indústria
O comércio
A agropecuária
A prestação de serviços
Qual setor da economia é mais relevante para o desenvolvimento do Acre?
Agricultura e pecuária.
Indústria têxtil.
Mineração de ferro e cobre.
Produção de automóveis.
Observe a tabela a seguir.

INSTITUTO MAURO BORGES. Mercado de Trabalho do Agronegócio: 3º Trimestre de 2024. IMB – Ano 2025, p. 10. [Adaptado].
Sobre o período apresentado, a tabela demonstra qual característica do perfil daqueles que trabalham no agronegócio?
A maioria é mulher.
A minoria é mulher.
O número de mulheres dobrou.
O número de homens é inferior.
Cidades podem escolher comida saudável que ainda protege o meio ambiente
Essa é a proposta que faz o Governo Federal, com a Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades. Trabalho conjunto de ministérios já planta ações pelo país.
No último dia 22 de julho, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) publicou portaria que coloca 18 municípios do Rio Grande do Sul, todos sujeitos a intempéries iguais à que vitimou o estado no ano passado, como prioritários na implementação da Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades – Alimenta Cidades. O projeto pressupõe uma série de ações que estimulam a criação de hortas urbanas e periurbanas – regiões periféricas, próximas a áreas rurais – como frentes de produção de alimentos saudáveis, mais baratos e cujo cultivo ainda tem o condão de proteger as cidades de deslizamentos e outras manifestações destrutivas das mudanças climáticas. Esse modelo é proposto às prefeituras, e a adesão é voluntária.
(Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/. Acesso em: julho de 2025.)
O programa “Alimenta Cidades” se mostra como uma alternativa para a promoção da saúde e preservação do meio ambiente, através da agricultura. Além de garantir a segurança alimentar dos beneficiados, a ação contribui com o enfrentamento das mudanças climáticas, pois o plantio estratégico de verduras, legumes e hortaliças contribui com:
Conservação do solo; a manutenção dos córregos e rios; preservação da vegetação nativa; e adoção de medidas agroecológicas para o cultivo.
Uso do fogo para limpeza do solo; preservação da diversidade de espécies naturais de determinados locais; compostagem; e promoção da desertificação.
Melhoria na qualidade da água dos rios e córregos; manutenção do sistema de esgotamento sanitário; erosão do solo; e aceleração no assoreamento das nascentes.
Aumento na demanda por irrigação artificial; utilização de fertilizantes orgânicos; opção pelo uso de medidas técnicas para o manejo de mudas; e incentivo à expansão da vegetação exótica.
Em termos econômicos, o agronegócio mineiro tem sido um pilar importante para a balança comercial brasileira. Qual dos fatores abaixo melhor descreve uma vantagem comparativa do agronegócio de Minas Gerais em relação a outros estados do Brasil?
A produção em larga escala de soja, que, embora comum em outros estados, é um diferencial em Minas Gerais por suas políticas fiscais.
A produção de commodities com maior valor agregado, como café especial e derivados de leite, que possuem alto padrão de qualidade.
O crescimento acelerado do setor tecnológico no estado, responsável pela inovação no processamento de grãos para exportação.
A grande dependência de insumos externos, que aumenta a competitividade dos produtos mineiros em mercados internacionais.
A agricultura vertical, desenvolvida em áreas urbanas e baseada em técnicas de cultivo controladas, tem transformado a produção agrícola. Qual das alternativas a seguir reflete uma vantagem socioambiental desse modelo?
Aumento da produção agrícola com uso intensivo de solo urbano, permitindo uma melhor distribuição de culturas.
Redução da pegada ecológica ao produzir alimentos mais próximos dos centros de consumo, diminuindo o transporte e o uso de solo agrícola extensivo.
Preservação de áreas rurais por meio da concentração da produção em áreas metropolitanas, reduzindo a necessidade de grandes áreas agrícolas.
Aproveitamento da energia solar natural, que reduz a dependência de outras fontes de energia para o crescimento das plantas.
Redução dos custos de produção pela utilização de recursos naturais controlados, como iluminação artificial e irrigação constante.