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Na atualidade, países que dispõem de água em abundância estão entre as economias mais ricas do mundo, a exemplo dos Estados árabes e de Israel.
Citada no texto como exemplo de país que ampliou seus gastos militares, a Índia é considerada, na atualidade, uma economia emergente, apresentando um cenário, em muitos pontos, semelhante ao vivido pelo Brasil contemporâneo. Ambos os países, aliás, em face da atual realidade econômica e geopolítica mundial, têm dado sinais de que desejam aproximar-se mais.
Sabe-se que o caro projeto bélico norte-americano conhecido como Guerra nas Estrelas, à época do governo Ronald Reagan, acabou por constituir uma das razões a explicar o colapso da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), premida a reconhecer sua impossibilidade material de investir tanto em projetos bélicos quanto seu principal oponente, os EUA.
Transparece da leitura do texto que o fim da rivalidade entre Washington e Moscou, a qual, por tanto tempo, marcou as relações internacionais, trouxe, entre outros benefícios para a humanidade, a relativa redução dos arsenais de guerra, com a conseqüente liberação de recursos para projetos de desenvolvimento econômico especialmente voltados para as regiões mais pobres do planeta, como a África.
Diante da concorrêcia internacional, o Brasil é exemplo de economia que avança além de seu território colocando seus produtos e serviços no disputado mercado mundial.
Uma das características essenciais da modernidade é a urbanização. Especialmente estimuladas pela economia industrial, as cidades crescem, se expandem e, em larga medida, o fazem de maneira desordenada e danosa ao meio ambiente.
No emaranhado das relações econômicas contemporâneas, em que a forte competição se estende a praticamente todos os ramos, as negociações políticas, conduzidas por chefes de Estado ou de governo costumam ser imprescindíveis. Desses contatos, muitas vezes decorrentes de viagens internacionais dessas autoridades, abrem-se mercados para produtos e serviços vendidos por seus respectivos países.
Ao se avaliar gastos com armas, deve-se observar que o fim da Guerra Fria, formalmente decretado pela desintegração da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), permitiu que as principais potências mundiais reorientassem seus gastos militares e, com isso, dispusessem de mais recursos para promoverem o desenvolvimento e a redução das diferenças entre países ricos e pobres.

Em pleno século XXI o acesso à alimentação continua sendo um problema para milhões de brasileiros. De acordo com a Política de Segurança Alimentar e Nutricional do Governo Federal, para tornar viável o programa Fome Zero é necessária a implantação de políticas públicas estruturais, específicas e locais. São duas políticas públicas estruturais:
programa cartão alimentação e estoque de segurança;
restaurante popular e bancos de alimentos;
alimentação emergencial e ampliação da merenda escolar;
reforma agrária e geração de emprego e renda;
apoio a agricultura urbana e modernização dos equipamentos de abastecimento.
Apesar de sua pobreza e da enorme desigualdade social que ostenta, a América Latina é uma das mais militarizadas regiões do planeta, o que a torna área privilegiada para a eclosão de conflitos regionais.
Entre as conclusões possíveis que a leitura do texto propicia, uma salta aos olhos: em face da dimensão continental do país, quanto maior o número de municípios existentes no Brasil, maiores as possibilidades de se obter um desenvolvimento equânime, racional e nacionalmente bem distribuído.
Sob o ponto de vista econômico, o Oriente Médio é considerado uma das mais estratégicas regiões do mundo contemporâneo, justamente por ser grande produtor de
energia nuclear.
petróleo.
minério de ferro.
cereais.
material bélico.
As informações contidas no texto permitem concluir que é dramática a situação do Brasil em relação ao gás boliviano, de que tanto depende. Mesmo que se raciocine a médio ou longo prazo, o país não vislumbra a possibilidade de se livrar dessa dependência.