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Brasil, Argentina e Peru são exemplos de países latinoamericanos que se recusaram a seguir as orientações do novo liberalismo emanadas do Consenso de Washington, motivo mais que suficiente para que os governos de Fernando Henrique Cardoso, Carlos Menem e Alberto Fujimori sofressem pesadas represálias de organismos multilaterais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.
Uma grande dificuldade para se compreender a crise que envolve a França, na qual a charge mostrada se inspira, deriva do fato de que esse país não foi potência imperialista, função que, no continente europeu, ficou reservada essencialmente à Grã-Bretanha, país pioneiro da Revolução Industrial.
Atualmente um dos países da América do Sul vive uma crise política, deflagrada em março quando o presidente, Carlos Mesa, apresentou ao Congresso do país sua carta de renúncia. Marque a alternativa que corresponde ao país em questão:
Equador.
Chile.
Bolívia.
Uruguai.
Peru.
De maneira geral, os esportes acompanharam o processo de globalização econômica vivido no mundo contemporâneo e passaram a se constituir também em importante negócio, que envolve volumosos recursos financeiros.
Qual a figura encontrada no reverso da nota de dois reais?
Beija-flor;
Mico-leão-dourado;
Arara;
Tartaruga;
Onça Pintada.
A recente apreciação do real frente ao dólar norteamericano, ceteris paribus, contribui para reduzir as exportações líquidas brasileiras e concorre, assim, para a contração da demanda agregada e do emprego.
Incapaz de concorrer internacionalmente, o Brasil é exemplo de economia que se recolhe ao seu território e admite não ter condições de colocar seus produtos e serviços no disputado mercado mundial.
Quanto mais se aprofunda o processo de globalização, menor a distância que separa países ricos e pobres.
Insegurança e incerteza, preocupantes características que o texto identifica no mundo de hoje e de amanhã, decorrem, essencialmente, da ausência de contendores que possam frear o ímpeto imperial e hegemônico dos EUA. Em suma, esse é o ponto de vista defendido pelo autor.
O texto fala em fatores eventuais que contribuem para a majoração do preço do petróleo. Entre eles, é possível citar o aumento do consumo, resultante, por exemplo, do aquecimento de determinadas economias, como presentemente ocorre com a chinesa e a norte-americana.
Quando o texto afirma estar o Brasil hoje bem menos vulnerável às oscilações internacionais do preço do petróleo, ele se respalda em números. Afinal, ainda que importe volume expressivo de gasolina, o Brasil — por meio da PETROBRAS — já é auto-suficiente na exploração de petróleo.
Uma das razões pelas quais o presidente brasileiro tem ampliado suas crítica ao FMI é certamente a extrema liberalidade com que esse organismo trata a fixação das metas de superavit primário a que estão obrigados os países que dele se socorrem, inclusive admitindo a não-inclusão nelas dos gastos com infra-estrutura.
São vários os fatores que interferem na fixação do preço do barril de petróleo no mercado internacional. Na recente onda de alta, foi decisivo o quadro de instabilidade no Oriente Médio, agravado pela decisão da administração George W. Bush de invadir o país de Saddam Hussein, como mencionado no texto.
Passando por graves problemas econômicos, mas ainda mantendo de pé seu rígido regime político, é um dos principais focos de tensão internacional no continente asiático, particularmente em face de seu programa nuclear. Chegou a ser identificado pelo governo Bush como um dos integrantes do "Eixo do Mal". Trata-se do (da)
Coréia do Sul.
Tailândia.
Vietnã.
Coréia do Norte.
Indonésia.
Na perspectiva do presidente brasileiro, assinalada no texto, uma globalização justa pressupõe o fim do protecionismo que as grandes economias insistem em manter, a começar pelos subsídios que oferecem aos seus produtores rurais.
Na opinião do presidente brasileiro, a atual globalização econômica tem contribuído para o aumento da produção e da distribuição da riqueza mundial.
Atos terroristas no Iraque e na Arábia Saudita também exercem efeito multiplicador sobre o mercado petrolífero, já que, juntos, esses países respondem por parte considerável das reservas de petróleo conhecidas no planeta.
Embora focalizando um aspecto específico, o petróleo, o texto salienta a importância das eleições norte-americanas, especialmente por suas repercussões internacionais. Com efeito, pelo peso do país no sistema de poder mundial contemporâneo, uma guinada na direção de sua política externa afetará interesses nas mais diversas regiões do globo.