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Ao retirar o Brasil da OMC, em represália à prática de subsídios pelos países mais ricos, como os EUA e os integrantes da União Européia, o governo Lula agiu de forma similar ao de Juscelino Kubitschek, que chegou a romper com o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Além de vizinha, a Argentina é também parceira do Brasil no Mercado Comum do Sul (MERCOSUL). Desde a criação desse bloco, não foram poucas as ocasiões em que os dois países tiveram problemas em suas relações comerciais, a exemplo do recente anúncio argentino de limitar a cota de importação de eletrodomésticos brasileiros.
A expressão lavagem de dinheiro ganha incômoda notoriedade na atualidade. Entre outras possíveis conceituações, uma forma simples de defini-la é:
forma pela qual os governos calculam o montante de riquezas produzidas pelo país em um determinado período de tempo.
método utilizado pelo sistema financeiro mundial para a elaboração de seus balanços anuais, de modo a garantir a distribuição dos lucros obtidos entre seus acionistas.
operação realizada de tempos em tempos pelas autoridades financeiras de um país para tirar de circulação moedas e cédulas falsas
recurso que consiste em depositar altas somas de dinheiro, a curto prazo, em bancos do mundo inteiro, sem a intenção de investi-las em atividades produtivas.
processo que tem por objetivo tornar legal dinheiro de origem duvidosa ou de difícil explicação, como, por exemplo, o oriundo do tráfico de armas e de drogas ilícitas.
Economias como a japonesa — ainda que conhecendo alguns percalços nos últimos anos — e, sobretudo, como a emergente chinesa — que apresenta taxas de crescimento anual em torno dos 10% — apontam para a Ásia como um dos grandes pólos dinâmicos da economia mundial, com tendência à expansão.
O atual estágio da economia mundial, crescentemente globalizada, pressupõe acirrada competição pelos mercados, o que exige dos países e das empresas que participam desse ativo comércio a capacidade de oferecer produtos de qualidade com preços atraentes.
A extraordinária presença do Brasil no mercado mundial de carnes está restrita à pecuária. As exportações brasileiras de frango e de carne suína são ainda irrisórias, talvez em razão das incipientes condições sanitárias apresentadas pelo país, como alerta o texto.
Inflexível ideologicamente, a China comunista constitui, atualmente, o maior inimigo dos EUA e do Ocidente, o que explica as crescentes dificuldades encontradas pelo governo de Beijing para participar do comércio global e dos fóruns políticos multilaterais.
O Oriente Médio é uma das mais explosivas regiões do mundo contemporâneo, na qual se mesclam interesses econômicos (petróleo, sobretudo) e profundas diferenças culturaisreligiosas.
As inovações técnicas e tecnológicas na economia contemporânea promoveram extraordinária ampliação da capacidade de produção, o que promoveu generalizado aumento da renda das pessoas em todos os países.
Capitais especulativos normalmente procuram mercados financeiros atrativos, isto é, aqueles que oferecem as melhores taxas de remuneração para o dinheiro investido e, quase sempre, suas aplicações são de longo prazo, independentemente de eventuais situações de risco.
A forte dependência da economia mundial em relação ao petróleo reflete um longo processo histórico que, iniciado com a Revolução Industrial, consolidou um determinado modelo produtivo que não mais deixou de se expandir, ampliando os mercados e construindo uma nova geografia planetária.
Irônico, o texto critica a complacência de capitalistas ao modo pelo qual opera na atualidade a economia chinesa, lembrando que sua prática se opõe ao discurso liberal que sustenta ideologicamente a globalização.
Investimentos relativos às “mais diferentes atividades lucrativas”, como diz o texto, envolvem desde os setores produtivos até a mera especulação, o que sempre acarreta expressiva remessa de lucros para as áreas centrais do sistema capitalista.
No período analisado pelo Banco Mundial, que corresponde às duas últimas décadas do século passado, as políticas econômicas adotadas por quase todos os países latino-americanos foram essencialmente intervencionistas e exigiram forte presença estatal em sua execução.
O acesso aos recursos genéticos e à tecnologia é fundamental ao desenvolvimento econômico atual, o que provoca disputas, inclusive, geopolíticas.
Embora apresentando altos níveis de desigualdade, a América Latina avançou significativamente na crucial questão da distribuição da renda produzida.
Com a aquiescência da Argentina, ainda em processo de reconstrução após monumental crise, o Brasil assumiu posição de indiscutível liderança no continente, unindo a América Latina.
As medidas protecionistas, que o presidente Lula identifica como um dos sérios obstáculos à concretização de uma ordem econômica internacional mais justa e equilibrada, podem ser traduzidas como a fixação de altas taxas para o ingresso de determinados produtos estrangeiros em um mercado nacional.
Na atualidade, o cenário apresentado pelas áreas periféricas dos grandes centros urbanos — como são, entre outros, os conhecidos casos de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e o entorno do Distrito Federal — é a demonstração plena de que a pobreza é a causa da violência.