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Na auditoria interna governamental, a avaliação dos controles internos atém-se aos aspectos financeiros e orçamentários, não se estendendo aos processos de auditoria financeira, como governança e gestão de riscos.
Certo
Errado
Durante uma auditoria operacional e patrimonial em um Instituto Federal, o auditor observa que a instituição adquiriu equipamentos de laboratório de alta tecnologia, mas não instituiu procedimentos de inventário periódico nem controles de acesso físico às salas onde os bens estão instalados. Ao avaliar os controles internos da entidade, o auditor deve considerar a relação entre a mitigação de riscos e os objetivos da gestão.
Com base nas normas vigentes de auditoria governamental e na estrutura de controles internos, assinale a alternativa correta.
Os controles internos administrativos são de responsabilidade exclusiva da unidade de auditoria interna, não cabendo aos gestores das áreas patrimonial e financeira a sua implementação ou monitoramento.
A ausência de inventários periódicos e de restrição de acesso físico caracteriza uma deficiência no componente “Ambiente de Controle”, pois refere-se diretamente à integridade e aos valores éticos da alta administração.
A avaliação de controles internos deve focar a identificação de atividades de controle (como conciliações e salvaguarda de ativos) que visem reduzir os riscos a um nível aceitável, assegurando a proteção do patrimônio e a fidedignidade das informações.
Caso o auditor identifique que os controles internos são inexistentes, ele deve obrigatoriamente realizar apenas testes de conformidade (aderência à lei), sendo vedada a realização de testes substantivos ou de desempenho operacional.
O estabelecimento de controles internos robustos garante, de forma absoluta, que os objetivos de eficiência e eficácia da gestão serão atingidos, eliminando a possibilidade de ocorrência de fraudes ou erros humanos.
Para verificar a adequação dos controles, a equipe de auditoria pode executar diversos procedimentos, entre os quais se incluem a verificação de documentos e a realização de entrevistas com pessoas internas e externas à entidade.
Certo
Errado
A NBC TA 700 estabelece que, em relação a controles internos, a responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis do relatório do auditor deve também
obter entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar opinião sobre a eficácia dos controles internos da entidade, a não ser que o auditor também tenha responsabilidade de expressar opinião sobre a eficácia dos controles internos junto com a auditoria das demonstrações contábeis, quando deve omitir a frase de que a consideração do auditor sobre os controles internos não tem a finalidade de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da entidade.
obter entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da entidade, pois é expressamente impedido de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos, uma vez que sua atuação é restrita exclusivamente à auditoria das demonstrações contábeis.
obter entendimento de todos os controles internos para a auditoria, a fim de planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias e também para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da entidade, devendo especificar que a consideração do auditor sobre os controles internos tem a finalidade de expressar uma opinião sobre auditoria das demonstrações contábeis e sobre a eficácia dos controles internos da entidade.
interpretar e avaliar os controles internos relevantes para a auditoria para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, de modo a poder atestar no relatório de auditoria sua eficácia e expressar uma opinião de que controles internos da entidade são suficientes para evitar erros e fraudes, permitindo, como consequência, ampliar sua conclusão quanto à segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro.
interpretar e avaliar todos os controles internos para a auditoria, a fim de planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias e também para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da entidade, de forma a garantir elevado nível de segurança, que traga confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários, mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável.
Na etapa de execução da auditoria, o auditor deve avaliar os controles internos da entidade auditada para determinar o risco de auditoria.
Certo
Errado


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O objetivo da avaliação dos controles internos é emitir parecer a respeito da sua eficácia e da sua validade.
Certo
Errado
A identificação e a avaliação preliminar dos controles internos têm por objetivo a identificação dos controles estabelecidos para tratamento dos riscos relevantes e a avaliação acerca de sua capacidade de garantir segurança razoável para o gerenciamento dos riscos a um nível aceitável.
Certo
Errado
A avaliação dos controles internos é uma etapa fundamental do trabalho de auditoria, pois permite ao auditor compreender o ambiente de controle da entidade, identificar áreas de risco e definir a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem aplicados. Essa avaliação considera os componentes do controle interno. Considerando a estrutura de controle interno baseada no modelo COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission), analise as afirmativas a seguir:
I. O componente "Ambiente de Controle" estabelece o tom da organização, influenciando a consciência de controle de seu pessoal, e inclui fatores como integridade, valores éticos e estrutura organizacional.
II. O componente "Avaliação de Riscos" envolve a identificação e análise, pela própria gestão, dos riscos relevantes para o alcance dos objetivos da entidade, formando a base para o gerenciamento desses riscos.
III. As "Atividades de Controle", como aprovações, conciliações e segregação de funções, são as políticas e procedimentos que ajudam a assegurar que as respostas aos riscos (determinadas pela gestão) sejam executadas.
Está correto o que se afirma em:
I e III apenas.
I e II apenas.
I, II e III.
II e III apenas.
Ao avaliar os controles internos, o auditor deve considerar:
Apenas os aspectos financeiros.
A eficácia dos controles para mitigar riscos identificados.
Somente as políticas escritas.
A opinião da administração.
Dentro do contexto de auditoria, indique como a avaliação do sistema de informações e controles internos influencia a determinação do risco de auditoria:
Avaliações detalhadas e precisas do sistema de informações e dos controles internos são fundamentais, permitindo ao auditor ajustar a extensão dos testes substantivos e de controle com base na eficácia desses controles para mitigar os riscos de auditoria.
A avaliação do sistema de informações e controles internos é irrelevante para a auditoria moderna, que se baseia principalmente em testes substantivos automatizados.
Uma avaliação robusta dos controles internos e do sistema de informações pode permitir ao auditor aumentar significativamente a dependência em procedimentos analíticos, eliminando a necessidade de testes de controle.
O foco na avaliação dos controles internos e do sistema de informações deve ser minimizado, com maior ênfase colocada em testes externos de verificação, independentemente da natureza dos controles internos.
Avaliações do sistema de informações e dos controles internos são conduzidas após a finalização da auditoria, servindo como um feedback para melhorias futuras, mas não influenciam a estratégia de auditoria atual.


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Uma das atividades consideradas no planejamento de um trabalho de auditoria refere-se à avaliação dos controles internos.
As normas de auditoria recomendam que, nos trabalhos de auditoria, a avaliação dos controles internos:
deve compor a documentação de auditoria de forma assessória;
deve se basear em registros prévios fornecidos pela entidade auditada;
deve ser aplicada somente na fase inicial do trabalho;
pode ser facultada, mediante justificativa de trabalhos de auditoria anteriores;
pode ser feita a partir de observações diretas sistemáticas.
A etapa da avaliação preliminar dos controles internos consiste na verificação do modo como foram planejados e estruturados, bem como na capacidade de garantir segurança razoável de que os riscos relacionados aos objetos de controle estão sendo gerenciados. Nessa etapa, é importante considerar:
o critério e a natureza dos achados.
as transações e classes de saldos executadas naquele contexto.
a segregação de funções e o rodízio de funcionários.
os procedimentos analíticos e substantivos realizados.
A implementação de controles internos de extrema eficácia representa a garantia efetiva de que os bens de propriedade da organização estarão salvaguardados e protegidos.
Certo
Errado
Na avaliação do sistema contábil e de controles internos da entidade como base para determinar a natureza, a oportunidade e a extensão da aplicação dos procedimentos de auditoria, o auditor deve considerar o ambiente de controle existente na entidade e os procedimentos de controle adotados pela administração.
Certo
Errado
De acordo com CAVALHEIRO e FLORES, algumas técnicas de controles internos devem estar inseridas nas rotinas das pessoas e unidades administrativas para que se alcancem os objetivos do controle. São técnicas que devem ser obrigatoriamente instituídas por qualquer sistema de controle interno:
I. Autorização.
II. Correlação.
III. Controle de totais.
Está(ão) CORRETO(S):
Nenhum dos itens.
Somente o item II.
Somente os itens I e II.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.


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A avaliação de um controle interno deve considerar, entre outros aspectos, se as atividades de controle serão suficientemente adequadas para garantir que as diretrizes da administração sejam implementadas.
Técnicas de checklists, questionários e fluxogramas correspondem a metodologias de avaliação do controle interno.
A avaliação do controle interno é uma atribuição exclusiva da unidade de auditoria interna da entidade ou dos auditores independentes contratados para esse fim.
Na avaliação de controles em ambientes de tecnologia da informação, vinculados aos processos de controladoria, torna-se necessário que o auditor
considere o conhecimento que adquiriu para obter entendimento.
identifique acertos ou classificações potenciais que possam ocorrer em afirmações.
realize testes sem controle.
desconsidere a evidência e a aplicação.
identifique controles necessários para liberar as classificações indevidas.
Compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.
Essa descrição refere-se a:
auditoria externa.
papeis de trabalho.
técnicas de auditoria independente.
relatório da auditoria.
auditoria interna.


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