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A estrutura das rubricas contábeis do elenco de contas do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF) é formada pelos seguintes componentes:
Função, subfunção e nomenclatura.
Grupo, subgrupo e descrição.
Categoria, subcategoria e detalhamento.
Classe, subclassificação e título.
Código, nomenclatura e função.
Uma empresa de médio porte está avaliando a criação de um plano de gerenciamento de riscos corporativos. Durante uma reunião, o gestor propõe que o apetite ao risco seja alto em todas as áreas, visando maior agressividade nos investimentos. De acordo com o COSO ERM 2017, qual deve ser a abordagem correta para determinar o apetite ao risco?
Evitar o uso do conceito de apetite ao risco e trabalhar apenas com tolerância a riscos.
Determinar um único apetite ao risco para toda a organização, independentemente das áreas.
Estabelecer apetite ao risco individualizado para diferentes áreas, alinhado aos objetivos estratégicos.
Definir um apetite ao risco baseado exclusivamente no histórico de perdas financeiras da organização.
A necessidade de sistematizar boas práticas no contexto do gerenciamento de riscos fomentou a criação de diversos modelos e frameworks destinados a auxiliar as organizações nessa tarefa, com destaque para aqueles desenvolvidos pelo COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission), que se tornaram referência no assunto. Entre esses modelos, merece ênfase o COSO-ERM (Enterprise Risk Management), atualizado em 2017, que propõe uma abordagem integrada de gerenciamento de riscos, estruturada em componentes inter-relacionados, cada um deles associado a princípios que orientam a atuação organizacional.
Com base nesse modelo do COSO-ERM e nas associações entre cada componente e seu princípio correspondente, é correto afirmar que:
o componente “Governança e Cultura” estabelece, entre seus princípios, que a organização demonstre compromisso com seus valores fundamentais;
o componente “Estratégia e Definição de Objetivos” estabelece, entre seus princípios, que a organização adote uma visão de portfólio dos riscos;
o componente “Performance” estabelece, entre seus princípios, que a organização avalie as mudanças importantes capazes de impactar seus objetivos;
o componente “Revisão e Monitoramento” estabelece, entre seus princípios, que a organização defina o grau de apetite de risco praticado em seus negócios;
o componente “Informação, Comunicação e Reporte” estabelece, entre seus princípios, que a organização estabeleça as estruturas operacionais do negócio.
O documento Enterprise Risk Management - Integrating with Strategy and Performance, publicado pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO), busca aperfeiçoar os esclarecimentos acerca da relevância da gestão de riscos no planejamento estratégico e na sua incorporação em toda a estrutura da organização.
Nesse contexto, um exemplo de ação conduzida por uma entidade alinhada ao componente de Governança e Cultura tratado no referido documento é o(a):
criação de um comitê de riscos com representantes da alta administração e de áreas estratégias, para assegurar que a gestão de riscos seja uma prioridade em toda a organização;
desenvolvimento de um plano de comunicação que inclua relatórios regulares sobre riscos e estratégias de mitigação, compartilhados com todas as partes interessadas;
implementação de indicadores de desempenho que considerem fatores de risco e permitam que a organização monitore como os riscos afetam os resultados;
promoção de sessões de planejamento estratégico que incluam a análise de riscos potenciais associados a novos projetos, de modo a traçar objetivos realistas e alcançáveis;
realização de revisões anuais do processo de gerenciamento de riscos, que permitam identificar necessidade de ajustar políticas e procedimentos para melhorar o desempenho.
Diversas organizações adotaram a estrutura de controles internos do COSO, e várias normas de auditoria baseiam-se nessa estrutura. Acerca dos componentes do COSO, considere o trecho a seguir.
A alta administração deve estabelecer um tom apropriado no topo que influencie positivamente a consciência de controle do pessoal da entidade sendo a base para todos os outros componentes dos controles internos.
RAMOS, Michael J. How to comply with Sarbanes-Oxley section 404: assessing the effectiveness of internal control. John Wiley & Sons, 2006.
Esse trecho se refere ao componente de
informação e comunicação
avaliação de riscos
atividade de controle
ambiente de controle
monitoramento


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Em relação aos objetivos da gestão de riscos, é CORRETO afirmar a alternativa que estabelece:
Agregar valor à organização por meio da melhoria dos processos de tomada de decisão e do tratamento adequado da gestão dos riscos e dos impactos positivos decorrentes de sua materialização.
Assegurar que os responsáveis pela tomada de decisão, em todos os níveis do órgão ou entidade, tenham acesso tempestivo a informações suficientes, quanto aos riscos, aos quais está exposta a organização, inclusive para determinar questões relativas à delegação, se for o caso.
Assegurar que os responsáveis pela tomada de decisão, em níveis específicos do órgão ou entidade, tenham acesso tempestivo a informações suficientes, quanto aos riscos, aos quais está exposta a organização, inclusive para determinar questões relativas à delegação.
Agregar valor à organização, por meio da melhoria dos processos de tomada de decisão e do tratamento adequado dos riscos e da gestão dos impactos negativos, decorrentes de sua materialização.
Assegurar que os responsáveis pela tomada de decisão, em alguns níveis do órgão ou entidade, tenham acesso tempestivo a informações suficientes, quanto à gestão dos riscos, aos quais está exposta a organização, inclusive, para determinar questões relativas à delegação, se for o caso.