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O COSO (The Comitee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission), é uma entidade privada sem fins lucrativos e com objetivo de aperfeiçoar a qualidade de relatórios financeiros, em especial quanto à ocorrência de fraudes. Baseado no tema, assinale a alternativa incorreta.
Em 2004, o COSO publicou o Enterprise Risk Management - integrated framework (COSO ERM ou COSO II). Esse modelo, foi projetado com o objetivo de orientar as organizações no estabelecimento de um processo de gestão de riscos corporativos e na aplicação de boas práticas sobre o tema
De acordo com o COSO II, a estrutura de gerenciamento de riscos é orientada a fim de alcançar os objetivos de uma organização, classificados em quatro categorias: estratégicos, operações, comunicação e conformidade
A versão 2013 do COSO Internal Control — Integrated Framework define a relação existente entre controle interno, gestão de riscos corporativos e a governança corporativa
O COSO-ERM introduz conceitos interessantes como apetite a risco e tolerância a riscos
O modelo COSO-ERM, ao orientar a aplicação de um processo de gestão de riscos corporativos, invalida completamente o modelo COSO-IC pela inclusão de componentes e elementos adicionais que asseguram a realização de todas as atividades necessárias
Segundo o COSO 11-ERM (Entrerprise Risk Management):
a estrutura de gerenciamento de riscos corporativos é orientada, a fim de alcançar os objetivos de uma organização. Os riscos são classificados em três categorias: estratégico, tático e operacional.
é um de seus componentes o ambiente de auditoria externa.
o gerenciamento de riscos corporativos consegue neutralizar julgamentos ou decisões equivocadas.
a existência de um código de conduta escrito, que os empregados tenham recebido e entendido, assegura, por si só, que o código seja observado.
o apetite a risco de uma organização reflete-se na sua estratégia.
Na perspectiva do cubo do COSO-ERM (COSO II): Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada –, que trata dos componentes do modelo, observa-se que a atividade “análise de riscos”, anteriormente prevista no COSO-IC, foi substituída e complementada pelas seguintes atividades: identificação de eventos, avaliação de riscos e resposta a riscos. Na identificação de eventos, verificam-se algumas classificações de fatores e categorias de eventos.
São exemplos de fatores externos na categoria de eventos econômicos, segundo o COSO-ERM:
capacidade dos empregados, disponibilidade de bens e acesso ao capital
disponibilidade de capital, liquidez e desemprego
legislação, política pública e comportamento do consumidor
comércio eletrônico, manutenção e atividade fraudulenta
características demográficas, emissões e dejetos e disponibilidade de dados e sistemas
Em relação à atribuição de alçadas e definição de responsabilidades nas organizações, é correto afirmar que, com base na Estrutura Conceitual da Análise de Risco (COSO),
o alinhamento da alçada e da responsabilidade é geralmente realizado para desincentivar iniciativas individuais, dentro dos limites correspondentes.
o deslocamento do nível de autoridade para cima sempre resulta em redução dos riscos inerentes à organização, sendo, portanto, recomendável em instituições de natureza pública.
o aumento dos casos de delegação de decisões em geral requer um menor grau de competência, capacitação e responsabilidade do corpo funcional da organização.
faz parte das atividades de controle de uma organização, o qual corresponde a um dos dez componentes do gerenciamento de riscos corporativos.
faz parte do ambiente interno de uma organização, o qual corresponde a um dos oito componentes do gerenciamento de riscos corporativos.
Com relação à identificação de eventos e à avaliação de riscos no processo de gerenciamento de riscos nas organizações, é correto afirmar, com base na Estrutura Conceitual da Análise de Risco (COSO), que
riscos que não possam ser objetivamente quantificados não são passíveis de gerenciamento pela organização.
um risco com reduzida probabilidade de ocorrência e alto potencial de impacto, geralmente, não requer maiores considerações da administração.
a incerteza de eventos em potencial é avaliada a partir de duas perspectivas – probabilidade e impacto, sendo válida tanto para eventos com potencial de impacto negativo quanto positivo.
é sempre fundamental a avaliação de riscos de longo prazo para a organização, tais como eventos de caráter demográfico e geológico e mudanças tecnológicas estruturantes.
se recomenda que a probabilidade dos eventos a que uma organização está sujeita sejam avaliados exclusivamente a partir da experiência subjetiva dos empregados da organização.


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Segundo a metodologia COSO-ERM – Gerenciamento de riscos corporativos – Estrutura Integrada, risco é representado pela possibilidade de que um evento ocorrerá e afetará negativamente a realização dos objetivos. Nesse sentido, o Comitê de Governança de um órgão da administração pública federal, durante o processo de mapeamento e avaliação dos riscos a nível estratégico institucional, se depara com duas situações. Na primeira constata o risco que a organização terá de enfrentar na falta de medidas que a administração possa adotar para alterar a probabilidade ou o impacto dos eventos. Na segunda situação identifica o risco que ainda permanece após a resposta da administração.
Na situação hipotética descrita, as duas espécies de risco identificadas pelo comitê são denominadas pelo COSO-ERM, respectivamente, como (assinale a alternativa correta):
risco administrativo e risco administrado.
risco do negócio e risco gerido.
risco de mercado e risco gerido.
risco de natural e risco processado.
risco inerente e risco residual.
Um dos componentes da Estrutura Integrada de Gerenciamento de Riscos proposta pelo COSO é a Identificação de Eventos.
De acordo com as diretrizes desse componente:
as técnicas de identificação de eventos devem ter foco em perspectivas futuras;
eventos cujo impacto é positivo contrabalançam os impactos negativos dos riscos;
eventos ocorridos no nível estratégico se sobrepõem aos ocorridos no nível operacional;
eventos que representam oportunidades devem ser mais enfatizados do que eventos que representam riscos;
o grau de profundidade na identificação de eventos deve ser homogêneo em organizações com objetivos semelhantes.
Publicado em 2004, o COSO II substituiu o COSO I como guia de melhores práticas na gestão de riscos e controles internos.
Certo
Errado
A implantação de controle na administração pública no mundo tem desenvolvido componentes e princípios advindos do modelo integrado de controles internos do COSO (Committee Of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission). Esse modelo está estruturado em componentes, entre os quais destaca-se a necessidade de mapear a existência de situações que possam impedir o alcance de resultados, para determinar e catalogar essas ameaças nos diversos níveis da organização.
Esse componente do modelo COSO é denominado:
atividade de controle;
comunicação de informações;
fixação de objetivos;
identificação de evento;
resposta a risco.
O COSO Framework apresenta uma metodologia generalizada sobre estruturas de controles e impõe uma visão tridimensional em face da integração e do inter-relacionamento dos controles, cujas dimensões compreendem os objetos de avaliação, as categorias de atividades de controle e os componentes de controle.
Certo
Errado


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A partir do COSO, o controle interno foi dividido em cinco componentes interrelacionados que são, avaliação de risco, atividades de controle, informação, comunicação e monitoramento.
Certo
Errado
Nos termos da estrutura conceituai de análise de risco (COSO), a classificação dos objetivos para uma organização se estabelece em quatro categorias. Nesse sentido, os objetivos que se fundamentam no cumprimento das leis e dos regulamentos pertinentes denominam-se:
objetivos estratégicos
objetivos de operações
objetivos de comunicação
objetivos de conformidade
Em conformidade com a estrutura conceitual de análise de risco (COSO), é sabido que o gerenciamento de riscos corporativos é constituído por oito componentes inter-relacionados, integrados com o processo de gestão. O componente pelo qual políticas e procedimentos são estabelecidos e implementados para assegurar que as respostas aos riscos sejam executadas com eficácia denomina-se:
atividades de controle
ambiente interno
informações e comunicações
fixação de objetivos
Nos termos da conceituação constante da estrutura conceituai de análise de risco (COSO), um incidente ou uma ocorrência que afeta a realização dos objetivos, podendo causar impacto negativo, positivo, ou ambos, designa-se como:
risco
obstáculo
evento
oportunidade
O modelo de estrutura integrada de controle interno com foco no gerenciamento de riscos corporativos, proposto pelo COSO (Committee os Sponsoring Organizations of the Treadway Commission) representou significativo avanço na forma de avaliação dos controles internos. Tal modelo é composto por quatro categorias de objetivos e oito componentes inter-relacionados. O componente que envolve as políticas e os procedimentos que são estabelecidos e implementados, para assegurar que as respostas aos riscos sejam executadas com eficácia, é denominado:
Fixação de objetivos.
Atividade de Controle.
Informações e comunicações.
Identificação de eventos.
Avaliação de riscos.


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De acordo com o COSO ERM, o gerenciamento de riscos corporativos é
um processo temporário e que flui pela organização.
conduzido pelos profissionais nos níveis gerenciais da organização.
aplicado até os níveis gerenciais e inclui a formação de uma visão de portfólio de todos os riscos a que ela está exposta.
capaz de propiciar garantia razoável para a diretoria executiva e para o conselho de administração de uma organização.
formulado de modo que identifique eventos em potencial cuja ocorrência poderá afetar a organização para eliminá‐los em qualquer ocasião.
As políticas e os procedimentos estabelecidos e postos em prática para assegurar a execução eficaz das respostas aos riscos selecionadas pela administração correspondem ao componente do gerenciamento de riscos corporativos estabelecido pelo COSO conhecido como
ambiente interno.
atividades de controle.
informações e comunicações.
identificação de eventos.
avaliação de riscos.
Ao mencionar que os controles internos devem “avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União”, o inciso I do artigo constitucional em questão mostra-se contraditório com as características descritas pelo COSO ICIF 2013, em que o controle interno é planejado para assegurar tanto o alcance dos objetivos relacionados às operações, quanto a produção de relatórios e a adequação às normas.
Certo
Errado
A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase final dos trabalhos de auditoria, no momento da emissão do parecer.
Qual a diferença entre o COSO report (ou COSO I) de 1992 e o COSO ERM (ou COSO II) de 2004?
Ambiente de controle, Identificação do evento e Tratamento do Risco.
Ambiente de controle, Identificação do evento e Avaliação do Risco.
Ambiente de controle, Identificação do evento e Monitoramento.
Estabelecimento de Objetivos, Identificação do evento e Tratamento do Risco.
Estabelecimento de Objetivos, Identificação do evento e Avaliação do Risco.


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