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O exame de urina pode fornecer uma quantidade significativa de informações após uma adequada anamnese. Esse exame, quando realizado de forma cuidadosa e criteriosa, permite a detecção de processos patológicos intrínsecos ao sistema urinário, sejam funcionais (fisiológicos), sejam estruturais (anatômicos). A progressão ou a regressão de várias lesões também pode ser monitorada, causando o mínimo de perturbações possível ao paciente.
Sobre esses testes laboratoriais assinale a alternativa CORRETA:
O teste de Hoesch se baseia na diferença de solubilidade existente entre o urobilinogênio e o porfobilinogênio, com o aparecimento de uma coloração rosa e rosa-avermelhada.
Quando se trata de pacientes com distúrbios de equilíbrio acidobásico, o pH urinário pode ser avaliado através das tiras reativas por serem suficientes na maioria dos casos.
A copro e a uroporfirina podem ser separadas por cromatografia em camada fina (TLC) ou por extração e fluorometria, seguidas da quantificação em colunas de troca iônica.
A uroporfirina e a coproporfirina podem ser detectadas pelo teste de Hoesch, sendo extraída com clorofórmio e/ou butanol pela adição de pequena quantidade de urina.
As características do sedimento urinário do oxalato de cálcio são incolores, prismas longos que se aglomeram e formam feixes.