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Após a Convenção sobre a Biodiversidade Biológica, as coleções biológicas receberam destaque por possuírem espécimes com variações morfológicas e genéticas, dados importantes como a distribuição geográfica, registro de espécies extintas, raras. Assim, o material constituinte de uma coleção deve ser organizado de forma que facilite a sua utilização. Considerando a definição e a organização de diferentes tipos de coleções biológicas, um biólogo NÃO pode utilizar:
Coleções de pesquisa que contêm dados completos de cada espécime, geralmente localizadas em museus ou em instituições de pesquisa, sendo patrimônio nacional ou internacional.
Coleções regionais que são constituídas por um conjunto de espécimes de um determinado local, área ou região geográfica. São fundamentais devido à maior abrangência de espécimes local.
Coleções especiais, como as de interesse econômico, que abrangem aspectos agropecuários, alimentares e para apoio à identificação de materiais com diversas finalidades.
Coleções didáticas com espécimes parcialmente danificadas e ou com dados incompletos para pesquisa.